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Bem Estar:

Atualização: Sexta-feira

Última atualização: 04/05

 

Exercício físico e computador podem estimular cérebro de idosos


Estudo indica que atividades melhoram a memória e as funções cognitivas
Sexo Feminino Masculino
Uma pesquisa publicada na revista Mayo Clinic Proceedings concluiu que a combinação de atividade física com o uso do computador pode ajudar a reduzir o risco de perda cognitiva relacionada à idade. O experimento foi realizado por pesquisadores da Clínica Mayo, em Minnesota (EUA), que analisaram mais de 920 pessoas com idades entre 70 e 93 anos.
Os participantes completaram questionários sobre o uso do computador e atividade física em relação ao ano anterior. Com exames e outras análises, os especialistas encontraram sinais de comprometimento cognitivo leve - estágio entre a perda de memória normal e o início de Alzheimer - em quase 38% dos idosos que não se exercitaram e não usaram um computador, em comparação com aqueles que incluíram esses hábitos na rotina.
Segundo os autores, o ideal é praticar exercícios moderados: caminhada, atividade aeróbica, musculação, tênis, ioga, artes marciais, levantamento de peso e utilização de máquinas de exercício. Eles afirmam que, embora o estudo tenha descoberto uma associação entre exercício combinado e uso do computador e melhora da função da memória, ainda não foi provada uma relação de causa e efeito.
Mais de 40 anos? Largue as desculpas e comece uma atividade física
Se você tem mais de 40 anos e pensa que é tarde para começar a se exercitar, ou, talvez, que seu corpo já está fraco para suportar a carga de exercícios, é hora de repensar o assunto. O fisiologista Raul Santo de Oliveira, da Unifesp, esclarece que a saúde só tem a agradecer quando se começa a praticar um exercício físico, mesmo se você nunca praticou nada.
Raul Santo acrescenta que, nessa fase, são comuns doenças oportunistas e crônico-degenerativas, como hipertensão, diabetes, mau colesterol (LDL) elevado e até mesmo osteoporose - que, ressalta ele, também é consequência de hábitos trazidos pela vida toda, desde a infância. O exercício físico contribuirá com a melhora desses e outros quadros.
Exames necessários
Para começar a praticar uma atividade, é sempre importante procurar um profissional. Esse médico realizará uma avaliação clínica, que declarará se você é apto ou não para o exercício escolhido. O clínico geral realizará testes, como glicemia, hemograma, níveis de colesterol etc.
Depois dessa avaliação, é preciso fazer o chamado teste ergoespirométrico. Ele consiste em um exame realizado em laboratório - em esteira ou bicicleta ergométrica , onde a carga do exercício será gradativamente aumentada. Serão observadas as reações fisiológicas de acordo com a intensidade da atividade, como frequência cardíaca, pressão arterial e consumo de oxigênio, até chegar no consumo máximo de oxigênio que esse indivíduo suportou. Raul Santo explica que esse é o principal parâmetro na hora de definir qual é o limite do treino da pessoa.
Aeróbico ou anaeróbico?
A base dos exercícios, nessa fase da vida, deve ser aeróbica, já que pode ser que o corpo não aguente uma carga mais pesada. "O que determina não é a modalidade, mas a intensidade aplicada em relação à frequência cardíaca", esclarece o fisiologista Raul. Desse modo, uma caminhada leve é um exercício aeróbico - e utiliza o metabolismo aeróbio, ou seja, demanda oxigênio para obter energia -, já uma corrida intensa pode ser considerada anaeróbica - utilizando o metabolismo anaeróbio, processo que não pede oxigênio para a obtenção de energia para a realização do exercício.
Exercícios e longevidade
A caminhada é uma das mais democráticas. No caso da corrida, as articulações e a coluna devem estar em dia. Já a natação é um treino mais introspectivo, que não exige grandes interações sociais. Para coletivos, vale prestar atenção em futebol ou vôlei, mas sempre tomando cuidado com as articulações e os possíveis impactos do esporte. Robson de Bem, médico fisiatra da Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação (ABBR), também acrescenta nessa lista Pilates, hidroginástica e ioga como boas atividades.
Cuidado com as lesões
Para evitar lesões, é de suma importância respeitar limites do corpo, usar roupas e acessórios corretos, alimentar-se corretamente, não exagerar na carga do exercício e nunca se esquecer de aquecimento e alongamento. Quando esses cuidados não são tomados, é comum que ocorram lesões de articulações e coluna vertebral - e isso se refletirá na qualidade de vida.
Fonte: Minha Vida

 

10 maneiras de prevenir e controlar a hipertensão


Novos dados indicam que a doença atinge 23,3% dos brasileiros
Nesse Dia Nacional da Hipertensão, o Ministério da Saúde divulgou novos números sobre a doença: quase um quarto da população brasileira é hipertensa (23,3%). Esse dado diminuiu em relação ao ano passado (24,4%), mais ainda representa um aumento se comparado aos últimos cinco anos, já que em 2006 a proporção era de 21,6%.
A pesquisa, feita com 54.339 adultos, faz parte da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) e revela que o diagnóstico de hipertensão é maior em mulheres - 25,5% - do que em homens - 20,7%. A prevalência da doença também aumenta com a idade, afetando mais de 50% das pessoas com 55 anos ou mais.
A hipertensão, conhecida como pressão alta, é uma doença crônica que não tem cura, mas pode ser controlada. "Normalmente, um paciente com pressão igual ou superior a 140/90mmHg é diagnosticado como hipertenso. Além disso, o paciente tem de permanecer com a pressão mais alta do que o normal", explica o cardiologista Enéas Rocco. Essa doença pode desencadear males que envolvem o sistema circulatório, desde um infarto até um derrame cerebral. Entretanto, há hábitos de vida que implicam em pequenas mudanças que estão totalmente ao alcance e podem blindar seu organismo. Confira 10 dicas para afastar essa doença silenciosa.

Um hábito prático e saudável: para afastar o perigo da hipertensão, aposte nas caminhadas. Uma pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP), da USP, comprovou que a caminhada reduz a pressão arterial na primeira hora e, o que é melhor ainda, essa queda se mantém nas 24 horas subsequentes. Atividades físicas regulares, principalmente as aeróbias, contribuem para a melhora de todo o sistema circulatório e pulmonar. Só tome cuidado com os exageros: antes de começar qualquer treino, procure um especialista e faça uma avaliação geral.

Reduza (não elimine) o sal: o excesso de sal na dieta leva à retenção de líquidos, acarretando a hipertensão. Por isso, maneire na hora de temperar a comida e diminua o consumo de enlatados e alimentos em conserva. Além disso, hoje existe uma boa substituição: o sal diet pode ser útil na dieta do hipertenso, substituindo parte do cloreto de sódio pelo cloreto de potássio - e nisso, ele é duplamente benéfico, por reduzir o sódio e por adicionar potássio, sendo esse último um elemento muito importante na prevenção e no tratamento da hipertensão arterial. Além dos cuidados em relação ao consumo de sal, quem já apresenta a hipertensão deve seguir uma dieta balanceada, privilegiando frutas e verduras, carne magra, laticínios desnatados, grãos e cereais.

Perdendo medidas: pesquisadores do Instituto de Nutrição da UFRJ descobriram que um mal, muitas vezes esquecido, tem grande influência na hipertensão: o acúmulo de gordura na cintura. O indicador é sinal de alerta quando as medidas ultrapassam 102cm para os homens e 88cm nas mulheres, pois essa gordura abdominal duplica as chances de hipertensão, infarto e diabetes. Para reduzir os alimentos gordurosos na alimentação vale incluir frutas, verduras e legumes. Cortar a carne não é preciso, mas dê preferência aos cortes magros como filé mignon e músculo.

Beba com moderação: a redução da ingestão de álcool também auxilia o controle da pressão arterial, porém não é necessária a abstinência. Para não passar da conta, a recomendação é a seguinte: a ingestão de bebida alcoólica deve ser limitada a 30g álcool/dia contidas em 600 ml de cerveja (5% de álcool) ou 250 ml de vinho (12% de álcool) ou 60ml de destilados (whisky, vodka, aguardente com 50% de álcool). Este limite deve ser reduzido à metade para homens de baixo peso, mulheres e indivíduos com sobrepeso e/ou triglicérides elevados.

Apague o cigarro: o tabaco, em conjunto às outras substâncias tóxicas do cigarro, eleva a pressão imediatamente, além de comprometer toda a sua saúde a longo prazo. "Parar de fumar é fundamental", alerta o professor de Cardiologia da Santa Casa de São Paulo, Ronaldo Rosa. Isso ocorre porque a nicotina do cigarro aumenta a pressão arterial - o que não significa que fumar cigarros com baixos teores de nicotina diminua consideravelmente o risco de doenças cardíacas.

Conte até dez: o estresse aparece como resposta do organismo às sobrecargas físicas e emocionais, desencadeando a hipertensão e doenças do coração. Uma das doenças relacionadas à estafa, ou seja, a doença mais conhecida como fadiga, que causa dores musculares e cansaço físico ocasionados principalmente pela combinação entre desgaste excessivo (sem respeitar um tempo de descanso e recuperação) e pela má alimentação. Nestes casos, o tratamento é uma mudança radical na rotina e na alimentação. As dicas dos especialistas são controlar s emoções e procurar incluir atividades relaxantes na sua rotina.

Vitamina D sempre: um estudo realizado pela Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, revelou que 20% dos casos de hipertensão em mulheres estão associados ao descontrole dos níveis da pressão arterial em decorrência da falta de vitamina D no organismo. A vitamina D pode ser encontrada em alimentos como a manteiga, gema de ovo, fígado, entre outros, mas sua principal fonte de absorção é a luz solar. Com a falta da vitamina, o organismo feminino faz um esforço três vezes maior para manter seu equilíbrio circulatório e acaba sobrecarregando algumas funções como a irrigação das artérias, o que gera um aumento na pressão e desconfortos, como tontura e transpiração excessiva.

Monitore seu coração: avaliações regulares não só ajudam a identificar o problema no começo, facilitando o tratamento, como servem para adequar o uso de medicamentos de forma mais eficaz. No mínimo uma vez por ano, todas as pessoas devem medir a pressão arterial. A recomendação é da Sociedade Brasileira de Hipertensão, que alerta para esse simples exame como uma forma de prevenir problemas mais sérios. Quem já possui a doença deve ir medi-la a cada mês e ir ao médico a cada seis meses para verificar a medicação que está tomando.

Benefícios adicionais do sexo: um estudo realizado pela Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, sugere que fazer sexo com certa frequência diminui os riscos de infarto fatal. A pesquisa contou com a colaboração de três mil homens de 45 a 59 anos de idade. De acordo com os cientistas, os homens que afirmaram ter níveis baixos ou moderados de atividade sexual ficaram mais expostos ao risco de morte súbita. Eles descobriram que mesmo que a pressão arterial suba durante as atividades sexuais, a pressão subsequente é reduzida, mantendo uma relação de saúde para o organismo, afastando o risco de infartos.

Tire as crianças da frente de TV: crianças que passam muito tempo em frente à televisão têm mais chances de apresentar elevação da pressão arterial independentemente do seu nível de gordura corporal ou peso, de acordo com um estudo publicado na revista científica Archives of Pediatric and Adolescent Medicine. A pesquisa analisou a relação entre a pressão arterial das crianças e sua escolha de passatempos passivos, como assistir à TV, usar o computador e ler. De acordo com os pesquisadores, ver TV é mais nocivo do que jogar vídeo-game, por exemplo, porque a ação de jogar demanda o mínimo de movimentos da criança. Enquanto a TV, além de estimular o comportamento passivo, normalmente vem associada ao consumo de guloseimas, como salgadinhos e biscoitos, cheios de sal e gordura, que também contribuem para o aumento da pressão.
Fonte: Minha Vida

 

Combata 11 transtornos emocionais com exercícios

Mande para longe depressão, estresse, síndrome do pânico e outros problemas
Por Carolina Gonçalves
Quando sentimentos como a raiva e a tristeza batem à porta, a primeira reação pode ser pensar que não há muito que fazer além de respirar fundo e esperar passar. Porém, pesquisas científicas comprovam que a prática de exercícios físicos pode ajudar - e muito - a prevenir ou até mesmo tratar problemas que afetam as emoções. "A atividade física pode combater a depressão, aumentar a libido e até melhorar aautoestima", afirma o educador físico Fábio Miranda, coordenador do Centro de Wellness do Instituto Wilson Mello, em Campinas. Aproveite para levantar do sofá e reverter 11 problemas emocionais que você confere a abaixo.

Depressão
Segundos um estudo realizado pelo Centro Médico de Southwestern, na Universidade do Texas (EUA), a prática de exercícios aeróbicos regulares pode reduzir os sintomas de depressão pela metade. A pesquisa acompanhou 80 pacientes durante três anos e os dividiu em dois grupos: um fazia treinamento aeróbico três ou cinco vezes por semana e o outro praticava apenas exercícios de alongamento. O grupo que praticou exercícios aeróbicos cinco vezes por semana reduziu os sintomas em 47% após três meses de treinos. O grupo que se exercitava três vezes por semana melhorou seus sintomas em 30%.
Segundo Fábio Miranda, a atividade física proporciona distração e convívio social, além de liberar substâncias como endorfina e serotonina, responsáveis por melhorar o humor. "Praticar esportes, seja de curta ou longa duração, causa bem-estar mental e melhora psicológica na maioria das pessoas", afirma o educador físico. Bastam 15 a 30 minutos de exercícios em dias alternados para sentir os efeitos positivos

Ansiedade
Pesquisadores da Southern Methodist University, nos Estados Unidos, descobriram que pessoas com um quadro clínico de ansiedade podem ter os sintomas reduzidos com atividade física de intensidade moderada - 150 minutos de prática por semana.
O educador físico e fisiologista do exercício Gustavo Lopes, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), afirma que os mecanismos que comprovam essa relação ainda não estão totalmente esclarecidos. "Mas tudo indica que a concentração no treino ajuda a esquecer, por algum tempo, os problemas geradores de ansiedade e isso já desponta como um grande benefício", explica.

Pânico
O aumento da respiração e da frequência cardíaca que ocorrem com a prática de exercícios pode ser familiar para aquelas pessoas que sofrem com ataques de pânicom, já que sensação é parecida. Entretanto, a atividade física regular parece ter um efeito calmante em pessoas que tem o transtorno. Uma pesquisa feita pela Universidade de Goettingen, na Alemanha, e publicada na revista Psychosomatic Medicine analisou pessoas com síndrome do pânico que apresentaram melhoras significativas nos sintomas depois de fazer exercícios aeróbicos todos os dias, durante três semanas. Segundo os pesquisadores, o benefício ocorre por conta da liberação de hormônios como a endorfina, que tem efeito calmante sob o organismo.

Transtorno de estresse pós-traumático
Muitas pessoas passam por eventos traumáticos ao longo da vida - como um acidente grave ou a morte de um ente querido. Em alguns casos, esse trauma pode gerar o transtorno de estresse pós-traumático, marcado por sequelas do acontecimento, como pesadelos, agitação e flashbacks perturbadores. Uma pesquisa preliminar da Universidade de Hofstra, em Nova York, sugere que o exercício aeróbico pode ajudar a reduzir esses sintomas, bem como depressão e ansiedade.
Segundo os dados do estudo, as pessoas que foram diagnosticadas com o transtorno apresentam melhoras e até a cura dos sintomas após oito semanas de atividade física. O fisiologista Gustavo Lopes explica que essa relação é a mesma que acontece nos casos de ansiedade e depressão: "A liberação de hormônios responsáveis pelo bem-estar, o fato de esquecer os problemas e a disposição para se exercitar impulsionam a pessoa a superar dificuldades psíquicas, como o estresse pós-traumático".

Exercite sua autoconfiança
A disposição proporcionada pela atividade física pode dar aquele empurrão extra para a realização de tarefas diárias com muito mais eficácia. É o que afirma um estudo recente da Universidade de Cardiff, no Reino Unido, que descobriu que os praticantes de atividade física vigorosa têm níveis mais elevados de autoconfiança - acreditam na sua capacidade de obter sucesso em uma determinada situação. "As próprias conquistas alcançadas na prática de exercício também geram mais confiança, o que interfere de forma positiva na forma como exercermos alguma atividade", explica Fábio Miranda.

Mau humor de inverno
Se você tem propensão à desordem afetiva sazonal, mais conhecida como aquela moleza e o mau humor que chateiam durante o inverno, pode apostar na atividade física para driblar esses sintomas. Pesquisadores russos publicaram na revista Psychiatric Research um estudo afirmando que usar uma bicicleta ergométrica três vezes por semana, durante uma hora, ajuda a amenizar a desordem afetiva sazonal, além de controlar o apetite que aumenta nessa época e regular o sono. "Durante qualquer atividade física, o corpo produz hormônios responsáveis por te deixar mais disposto e relaxado, o que contribui para combater o mau humor", afirma Gustavo Lopes.

Estresse
Se você sabe que vai ter um dia ruim, a primeira coisa que deve fazer é colocar roupa de ginástica e investir em exercícios vigorosos. Esse é o conselho dos pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. Na pesquisa, 63 mulheres saudáveis foram divididas em dois grupos com base em seus níveis de exercício durante um período de três dias. Elas também foram submetidas a tomografias para avaliar os níveis de estresse em cada uma. No final do estudo, aquelas que fizeram 75 minutos por semana de atividade física vigorosa sofriam um menor desgaste cerebral decorrente do estresse do que aquelas que eram sedentárias.
A fisioterapeuta Camila Luisa Sato, especialista do Minha Vida, alerta que o excesso de exercícios pode causar o efeito contrário, prejudicando o corpo e causando lesões. "É importante começar devagar e aumentar o período de treino e a intensidade ao longo do tempo, sempre aos poucos, para evitar lesões por sobrecarga", diz.

Autoestima
Exercitar-se regularmente pode mudar a maneira como você se vê. Pesquisadores da East Carolina University, em Greenville, Carolina do Norte, descobriram que um treinamento de força proporciona melhoras significativas no autoconhecimento e na autoestima, principalmente porque melhora o físico e faz a pessoa sentir-se bem com o corpo. "O maior impacto acontece com quem estava muito acima do peso e passa a se enxergar de outra maneira depois de começar os esportes", diz Fábio Miranda.

Estresse no trabalho
De acordo com uma pesquisa da Universidade de Tel Aviv, em Israel, exercícios físicos ajudam a melhorar o humor no ambiente de trabalho. O estudo foi publicado no jornal Daily Mail e envolveu 1.632 trabalhadores israelenses saudáveis dos setores público e privado. Os resultados mostraram que, quanto mais ativa era a pessoa, menor a chance de ela manifestar algum sentimento de estresse durante o trabalho. A equipe que fez pelo menos 240 minutos semanais de atividade exibiu praticamente nenhum sintoma, mas mesmo o grupo que optou por 150 minutos também apresentou melhora na autoestima e na capacidade de trabalho.

Raiva
Pesquisadores da Universidade da Geórgia, nos Estados Unidos, descobriram que exercícios físicos pela manhã podem amenizar comportamentos agressivos no decorrer do dia. Segundo os especialistas, os exercícios agem como uma droga, protegendo contra a indução da raiva.
No estudo, um grupo de jovens assistiu a apresentações de imagens que evocam raiva - incluindo do movimento Ku Klux Klan, de Hitler e de crianças desnutridas. Metade dos participantes fez 30 minutos de ciclismo antes da exibição e a outra metade fez a mesma quantidade de atividade física após assistir às cenas.
Em uma escala de raiva crescente de 20 pontos, os participantes que se exercitaram apresentaram crescimento de seis pontos para sete após ver as imagens provocadoras. Na ausência de exercícios prévios, essa taxa passava de oito para 10 pontos. De acordo com Fábio Miranda, a raiva e o comportamento agressivo estão associados a baixos níveis de serotonina, substância que é produzida durante e após a prática de exercícios.

Depressão pós-parto
Exercícios físicos parecem funcionar como uma terapia para mulheres que sofrem de depressão pós-parto, de acordo com um estudo feito pela Universidade de Melbourne, na Austrália. A pesquisa foi publicada na revista Physical Therapy e acompanhou mais de 160 mães que haviam acabado de deixar a maternidade. Um terço desse grupo fez uma rotina de exercícios de uma hora por semana, durante oito semanas. O segundo grupo recebeu apenas instruções em forma de anotações e o último grupo não recebeu acompanhamento.
Depois de analisar os resultados, os estudiosos concluíram que houve uma melhora significante nos testes de sintomas de depressão do primeiro grupo - e os resultados se mantiveram após um mês do final do acompanhamento. O número de mães identificadas com possibilidade de desenvolver a depressão pós-parto caiu em 50% no grupo ativo.

 

Cultive o bom humor com sete hábitos


Mude algumas formas de lidar com as situações estressantes do dia a dia
Exibir um sorriso, mas espumar de nervosismo por dentro, está longe de ser uma atitude saudável. Suas emoções precisam ter vazão ou há o risco de que elas comecem a se refletir em problemas físicos, desde dores nas costas até taquicardia ou falta de ar, por exemplo.
Não banque o palhaço com você mesmo: o bom humor precisa ser sincero. "Ele é um jeito de encarar a vida, uma postura positiva e aberta para enfrentar o que vier com mais disposição", afirma a psicóloga Marina Vasconcellos, especialista em psicodrama.
Aprenda a levar a vida de forma mais leve, usando o humor a seu favor, sem que o sorriso fique apenas na aparência.
Não fuja de situações frustrantes
Fingir que não existe sofrimento pode até deixar seu bom humor intacto por um tempo. Mas os momentos frustrantes não deixam de existir simplesmente porque você fugiu deles. Use essas situações para amadurecer e encarar os desafios com mais facilidade. "As frustrações são oportunidades para o crescimento pessoal, mas cabe a cada um tomar o cuidado de não desperdiçar essas chances", afirma a psicóloga Márcia Cavalieri, de Ribeirão Preto.
Permita-se errar
Não é pra viver pessimista, mas para considerar que há sempre ao menos duas possibilidades, e uma delas pode ser diferente da sua expectativa. Com esse preparo emocional, as chances de você ficar de mau humor com o pior resultado diminuem. "É preciso sonhar e desejar, mas sem deixar de lado as reais possibilidades. Assim a frustração deixa de ser um peso tão grande", afirma Márcia.
Organize a sua rotina
Com organização, é possível se programar melhor para dar conta de todas as tarefas. "O planejamento ajuda a evitar aflições ou crises de desespero por não conseguir cumprir os prazos ou por esquecer alguma atividade em meio à falta de prioridades", afirma a psicóloga Marina Vasconcellos. "Tudo isso traz uma rotina mais tranquila e, como consequencia, o bom humor."
Comemore cada pequena conquista
Quem imagina a felicidade como uma sequencia permanente de grandes emoções pode viver frustrado buscando isso a vida inteira. "Os momentos simples precisam ser mais valorizados, assim, naturalmente, você passa a cultivar mais o sorriso, o bom humor. Fica mais fácil reconhecer o que trás felicidade em vez viver em busca dela", afirma a psicóloga Marina.
Aprenda com os erros
Depois que o erro já foi cometido, o mau humor não ajuda em nada. A psicóloga Marina Vasconcellos propõe que você deixe de considerar o erro como o fim de tudo, algo que desanima e leva à desistência frente a um objetivo. "Em vez de se irritar, pense como reagir em uma próxima ocasião, quando algo sair do programado ou esperado", afirma a profissional.
Esvazie a cabeça
O excesso de pensamento negativo não dá espaço para o bom humor. Procure se esforçar para pensar no problema por um determinado período, concentrando as suas energias para resolvê-lo. Mas depois mude o foco e pense em outras coisas, sua saúde mental vai agradecer. "Não há contribuição maior para o bom humor do que a capacidade de resolver os próprios problemas em vez de permanecer se lamentando deles", diz Márcia.
Dê risada!
Quando damos gargalhadas, os níveis de cortisol e adrenalina - hormônios do estresse - baixam. Além disso, o cérebro passa a produzir endorfina, hormônio que deixa o corpo mais relaxado. Mas a risada precisa ser sincera, por isso, procure situações prazerosas que permitam você passar mais tempo descontraído.
Fonte: Minha Vida

 

Confira dicas de médicos para amenizar dores e doenças

Foto: Getty Images
Confira a seguir dicas simples para cuidar da sua saúde, indicadas por médicos fora do consultório.

Enxaqueca:beba dois litros de água.
Andrew Dowson, diretor do setor de dor de cabeça do Hospital da faculdade London Kingston, começou a ter sintomas de enxaqueca em um ônibus - se sentiu enjoado e sensível à luz. Ele bebeu dois litros de água em cinco minutos e acabou com o problema."Acho que beber um grande volume de água, muitas vezes, repele um ataque", disse.

Dores nas costas: alongue-se em uma porta.
Brian Hammond, osteopata e quiroprático, começou a sentir dores nas costas aos 25 anos. O problema era tão grave que ele precisou colocar um apoio para entrar e sair do carro. Para melhorar, ele passou a fazer massagens com extrato de raiz de confrei. Alongar a coluna em uma porta também ajuda.

Rinite alérgica: use vaselina
Mike Markiewicz, pediatra no Hospital Cromwell Bupa em Londres, tem rinite alérgica desde os quatro anos de idade. Para melhorar, ele passa vaselina dentro das narinas; colocar o nariz em água salgada também ajuda. Existem vários anti-histamínicos que ajudam no combate à alergia.

Dor de ouvido: use uma bolsa pequena com água quente.
A farmacêutica Angela Chalmers tem dor de ouvido quando o tempo esfria. Ela coloca a bolsa sobre o ouvido e o problema é solucionado. Tomar ibuprofeno também ajuda na dor de ouvido. O conselho da farmacêutica é, caso o incômodo permaneça, procurar um médico.

Tosse ou resfriado: vá para cama duas horas mais cedo.
Segundo o porta-voz do Royal College, Graham Archard, se a pessoa fica muito cansada, está mais propensa a pegar resfriado. Quando se tem um sono de má qualidade, o sistema imunológico fica afetado e é mais fácil adoecer.

Menopausa: prepare-se para alterar o seu estilo de vida.
Marilyn Glenville, autora de soluções naturais para a menopausa e nutricionista especializado em saúde da mulher, disse que tinha três filhos e começou a se preparar com a menopausa aos quarenta e poucos anos. Ela passou a se alimentar de forma mais saudável e tomar multivitamínico e remédios fitoterápicos.

Tentando ter um bebê: esqueça a obrigação.
Zita West, especialista em fertilidade e parteira, afirmou que aos cinquenta e poucos anos engravidou, sem planejar isso. O conselho dela é ser paciente, pois uma mulher pode levar 12 meses para gerar m filho. Quando as tentativas ficam muito assíduas, o sexo pode ficar mecânico, segundo ela, é importante resgatar o desejo e prazer descompromissado na cama. Uma alimentação saudável também é importante.
Fonte: Terra

 

Sete maneiras inusitadas para evitar linhas de expressão


Dormir de barriga para cima e usar óculos são alguns dos hábitos que previnem rugas
Você acha que só os cremes são capazes de evitar os sulcos e linhas finas que se formam no rosto, colo e pescoço? Saiba que os movimentos faciais carregados de tensão ou a posição que você dorme também contribuem para a formação de rugas. Ao fazer força na musculação, por exemplo, é comum contrair a face e colocar a tensão nos músculos errados. Além disso, algumas emoções ou um tique nervoso nos fazem franzir a testa, puxar a boca para baixo ou torcer o nariz.
"O que piora as rugas e os sulcos são os movimentos involuntários e repetitivos", explica a especialista em ginástica facial Bartira Bravo, de São Paulo. E, sem que você perceba, sua pele vai ficando com uma fisionomia mais cansada.
Mas você não precisa deixar de se expressar para manter a pele lisinha. Basta evitar a sobrecarrega os músculos. Confira as dicas abaixo para aprender a fazer isso e deixar sua pele jovem por mais tempo.
Durma de barriga para cima
Dormir com a cara enfiada no travesseiro ou até mesmo de lado, comprimindo a lateral do rosto, pode favorecer a formação de linhas de expressão. "Passar oito horas por dia, por vários e vários anos, na mesma posição causa as chamadas rugas de travesseiro" explica a dermatologista Maria Paula Del Nero, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
Deitar-se de lado provoca a formação de sulcos no queixo e bochecha. "Isso explica porque algumas pessoas têm mais rugas de um lado do rosto", lembra a especialista. A região do colo e pescoço também sofre com essa posição, pois também há a sobrecarga da musculatura. Já dormir de bruços predispõe às marcas na testa. Principalmente em quem já tem a pele e a musculatura do rosto mais flácidas.
Dormir de barriga para cima e caprichar na hidratação dessas áreas garante que a pele acorde e permaneça lisinha.

Você precisa de óculos?
Você é daqueles que fica franzindo os olhos na frente do computador? Saiba que além de prejudicar sua visão esse hábito pode aumentar suas linhas de expressão.
"Quando você tem um problema de vista e não usa os óculos corretamente, a tendência é ajustar o ângulo de visão fechando as pálpebras e contraindo os músculos da face, principalmente da testa" explica Maria Paula. Com o tempo essas marcas se tornam permanentes.
A solução é bastante simples: basta consultar um oftalmologista, escolher os óculos ideais e parar de fazer careta.

Olha o sol!
As rugas pela falta de óculos de sol surgem da mesma maneira que as marquinhas pela falta de óculos de grau. "Nesse caso, as linhas de expressão tornam-se mais evidentes porque os músculos se tensionam para deixar os olhos semicerrados e protegidos da radiação solar", explica Bartira Bravo.
Comprar um óculos de sol de boa qualidade, que impede que você tencione seus músculos e protege seus olhos da radiação, já resolve o problema.

Pare de fumar
O cigarro libera inúmeras substâncias que causam o envelhecimento precoce da pele. As toxinas liberadas na corrente sanguínea destroem as fibras de colágeno, responsáveis pela sustentação da pele.
"Mas, além disso, fazer biquinho por muitos anos causa a formação de rugas ao redor da boca, típicas de fumantes", explica Maria Paula.
Essas linhas são causadas pela movimentação frequente da musculatura que contorna os lábios, e acaba deixando a pele marcada. "Cerca de 80% das pessoas que fumam acabam tendo essas rugas ao redor dos lábios", aponta a dermatologista.

Libere as tensões
A testa é um ponto em que a tensão é descarregada com frequência. "Essa emoção causa uma contração bastante intensa do músculo, capaz de deixar a pele marcada com o passar dos anos", explica Bartira Bravo.
Ao contrário, rir bastante promove uma contração mais leve da musculatura facial e ainda libera endorfinas, hormônio que dá vitalidade à pele. A ginástica facial também é aliada, pois tonifica a musculatura e evita rugas de flacidez.

Vá ao dentista
Uma mordida muito forte, causada por disfunções da articulação da mandíbula, pode cansar a musculatura facial com o tempo e causar a formação de rugas de expressão. "Nesses casos, a primeira coisa a fazer é procurar um dentista especializado, para depois tentar atenuar as marquinhas que você já tem", orienta Bartira.

Cuidado com os esforços
"Ao fazer algum movimento que demande um grande esforço, como a musculação ou o abdominal, é praticamente inevitável fazer uma careta. Se você faz isso com frequência, a pele tende a ficar com as marcas desse esforço", explica Maria Paula. "Apesar de ser um ato tanto quanto reflexo, ao criar a consciência do gesto, fica mais fácil impedi-lo", comenta a especialista.
Fonte: Minha Vida

 

Dor de cabeça no verão: conheça as causas e saiba como se prevenir


Calor excessivo e longas viagens são alguns dos fatores que desencadeiam as crises .
Sentir dor de cabeça durante o verão é mais comum do que você imagina . Nessa estação, alguns fatores podem estar provocando suas crises, como calor excessivo, viagens prolongadas, alimentação inadequada e exagero no consumo de bebida alcoólica.
De acordo com uma pesquisa realizada pelo Centro Médico Beth Israel Deaconess, nos Estados Unidos, envolvendo sete mil pacientes, a incidência de dores na cabeça causadas por enxaqueca, tensão ou outras causas crescem em cerca de 7,5% para cada 5°C a mais na temperatura. Entretanto, não é só o calor que influencia a incidência das crises. Outros fatores ambientais como pressão, umidade e poluição do ar também podem causar as dores. A explicação para o surgimento da dor de cabeça é simples: o calor costuma causar desidratação e ela desequilibra o processo de entrada e saída de sódio e potássio das células, causando um distúrbio no metabolismo que facilita a cefaleia. A seguir, conheça as principais causas de dor de cabeça no verão e como combatê-las.
Excesso de sol e calor
De acordo com a neurologista e neuropediatra, Thaís Villa, pessoas que sofrem com dores de cabeça, principalmente a enxaquecas, já costumam a apresentar crises em razão da exposição ao sol ou qualquer luminosidade excessiva, ou por causa das variações bruscas de temperatura. No verão, esses fatores ficam ainda mais evidentes.
A especialista recomenda evitar exageros na exposição ao sol e calor nessa época, se possível, evitando os horários de pico de sol e, quando não tiver jeito de escapar, invista em óculos escuros, chapéus ou sombrinhas.

Viagens demoradas
Durante as viagens longas, ficamos expostos a vários desencadeantes como a própria movimentação do carro, ônibus, e avião (principalmente, no caso de viagens internacionais), altas temperaturas e jejum prolongado.
"Procure se hidratar bem, fazer lanches a cada três horas e se mexer de vez em quando para andar um pouco (até mesmo no avião). E se ainda assim tiver muito desconforto, procurar ajuda médica antes da viagem para receber orientação especializada", adverte a neurologista Thaís Villa

Excessos na alimentação ou jejum prolongado
Comer de mais e de menos. Os dois hábitos são prejudiciais. Bebidas alcoólicas e alimentos ricos em açúcar, gorduras, corantes e cafeína são conhecidos como gatilhos de dor de cabeça. Porém, segundo a especialista Thaís Villa, o jejum prolongado é um provocador ainda mais importante. No caso do álcool, essas crises ocorrem em pessoas predispostas à dor de cabeça, e no caso do jejum ou excessos na alimentação, a variação dos níveis de açúcar no sangue, causando a dor.
A neurologista indica como prevenção fazer uma alimentação equilibrada, cuidando para fazer os pequenos lanchinhos entre as refeições, a cada quatro horas. Além disso, é sempre bom evitar o exagero das bebidas álcool.

Alteração na rotina do sono
O horário de verão ou a adaptação a outro fuso horário também podem desencadear dores de cabeça. "A mudança de rotina, principalmente com a alteração na qualidade do sono (dormir mais ou menos), pode provocar cefaleia em pessoas predispostas", ressalta a neuropediatra Thaís Villa.
Para não ser tão afetado com a mudança de horário o melhor é se programar. Uma semana antes do horário de verão, por exemplo, durma e acorde uma hora mais cedo, pois isso ajuda na adaptação do corpo para quando o relógio for oficialmente adiantado. Mas quando o destino é um outro país, é bom se preparar para encarar um inimigo do organismo: o "jet leg". Trata-se de um certo desconforto sentido com as viagens mais longas e provocado pela mudança de fuso horário.

Quando procurar um médico?
Segundo a neurologista Thaís Villa, quando os ajustes na rotina não estão conseguindo prevenir as crises de dor de cabeça, se elas são intensas, e principalmente, se aconteceram mais que três dias por mês, nos últimos meses, é hora de uma avaliação com um especialista.
Fonte: Minha Vida

 

Conheça oito benefícios da vitamina C para a sua saúde


Redução dos sintomas da gripe e combate ao estresse são algumas das vantagens
Se você não inclui uma alimentação rica em vitamina C no seu dia a dia, é melhor repensar seus hábitos. Obtido facilmente pela alimentação ou até por meio de suplementos vitamínicos, esse nutriente é essencial. Sua carência causa uma doença fatal, o escorbuto, cujos sintomas são inchaço, dores nas articulações, hemorragia nas gengivas e feridas que não cicatrizam.
Além de fazer parte do grupo de vitaminas necessárias para o bom funcionamento do organismo, a vitamina C protege contra baixa imunidade, doenças cardiovasculares, doenças dos olhos e até envelhecimento da pele. Segundo a nutróloga Daniela Hueb, ela também ajuda a fortalecer os vasos sanguíneos e a regular os níveis de colesterol.
Boas fontes dessa vitamina são frutas cítricas - como laranja, limão e abacaxi -, verduras em geral, salsa, maracujá, frutas silvestres, morango, tomate, entre outras. A seguir, você confere bons motivos para inserir esses alimentos no seu cardápio, além de dicas de cuidados e combinações necessárias para aproveitar melhor a vitamina C:
1-Reduz os sintomas de gripes e resfriados
Quando se trata de um resfriado comum, a vitamina C não funciona como uma cura. Entretanto, alguns estudos mostram que tomá-la para gripes e resfriados pode reduzir o risco de desenvolver pneumonia e infecções pulmonares. De acordo com Daniela, a vitamina C está relacionada com a redução da gravidade dos sintomas e dos dias de duração da doença.
"O poder da vitamina C foi ressaltado pelo pesquisador Linus Pauling, duas vezes ganhador do Prêmio Nobel, em 1954 e 1962", conta a nutricionista do Minha Vida, Roberta Stella. Ele pregava que altas doses da vitamina agia contra gripes e resfriados. Desde então, o assunto é controverso, mas Roberta lembra que a vitamina C é um nutriente que, em conjunto com diversos outros, faz parte do sistema imunológico, sendo essencial para o nosso sistema de defesa.

2-É eficiente contra o estresse
Uma pesquisa alemã mostrou que a vitamina C é benéfica para os indivíduos cujo sistema imunológico foi enfraquecido devido ao estresse - complicação muito comum em nossa sociedade.
Os pesquisadores submeteram 120 pessoas a momentos estressantes: falar em público e resolver problemas de matemática. Metade delas receberam 1.000 mg de vitamina C. Como resultado, os principais sinais de estresse, como os níveis elevados de do hormônio cortisol e da pressão arterial, foram significativamente maiores naqueles que não receberam o suplemento vitamínico.
Já os participantes que receberam a vitamina C relataram que se sentiram menos estressados. Isso acontece porque a vitamina cessa a secreção de cortisol, que é o hormônio liberado pela glândula adrenal - em resposta ao estresse - e responsável por transmitir essa "notícia" do estresse para todas as partes do corpo.
Além disso, a nutróloga Daniela Hueb explica que a vitamina melhora o humor, uma vez que estimula a produção de triptofano, precursor da serotonina, hormônio responsável pelo bem-estar e pela disposição.

3-Combate o envelhecimento da pele
A Vitamina C também traz benéficos às células no interior e no exterior do corpo. Um estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition examinou as relações entre a ingestão de nutrientes e o envelhecimento da pele em 4.025 mulheres, com idade entre 40 e 74 anos. Foi constatado que a ingestão de vitamina C mais elevada estava associada a uma menor probabilidade de ter uma aparência enrugada e a pele ressecada.
Segundo a especialista Daniela Hueb, o ácido ascórbico - substância contida na vitamina C - é um excelente antioxidante, que combate os radicais livres e previne o envelhecimento das células, além de ter um efeito clareador sobre a pele.
A vitamina C pode vir em formas manipuladas como hidratantes para o rosto, com filtro solar que ajuda a prevenir eventuais manchas na pele. Ela também pode ser ingerida em forma de cápsula, gelatinas ou shakes. "É importante, antes de escolher como incluir a vitamina C em sua rotina, não esquecer que ela está presente em alimentos ricos nessa fonte e que devem ser consumidos diariamente e, claro, sempre com acompanhamento médico", adverte a nutróloga.

4-Aumenta a absorção de ferro
Esse nutriente é capaz de aumentar a absorção de ferro, obtido pelos alimentos de origem vegetal - como verduras e feijões -, prevenindo a anemia. De acordo com a nutricionista Roberta Stella, devido à sua característica antioxidante, a vitamina C consegue modificar a estrutura química do mineral para uma forma mais fácil de ser absorvida pelo organismo.
Roberta afirma que a recomendação diária de vitamina C é de 90 mg para os homens e 75 mg para as mulheres. Ela é facilmente obtida quando a alimentação é adequada. Confira a quantidade do nutriente em alguns alimentos:
Uma fatia grande de abacaxi = 115,9 mg
Uma acerola = 164,3 mg
Uma unidade grande de chuchu = 74,4 mg
Uma unidade média de mamão papaya = 142,6 mg
Uma laranja grande = 135,8 mg

5-Diminui crescimento de tumores
Um estudo publicado pela revista americana Proceedings of the National Academy of Sciences analisou os efeitos da Vitamina C em tumores cancerosos, e concluiu que ela pode desempenhar um papel fundamental na redução do crescimento desses tumores.
A pesquisa mostrou que, quando ingerida em altas doses, a vitamina pode apresentar um efeito de pró-oxidação, diferente do seu efeito mais conhecido que é a atividade antioxidante. Essa constatação levantou a hipótese de que o efeito pró-oxidante pode gerar radicais livres e peróxido de hidrogênio, o que provocaria a eliminação das células do tumor.

6-Evita doenças oftalmológicas
Um estudo americano, feito pelo National Institutes of Health, descobriu que certas vitaminas e sais minerais, quando consumidos em conjunto diariamente, podem ajudar a evitar a perda de visão relacionada à idade. Este coquetel é composto por vitamina C (500 mg), vitamina E (400 UI), betacaroteno (15 mg), zinco (80 mg) e cobre (2 mg).

7-Reduz o risco de derrames
Pessoas com maiores concentrações de vitamina C no sangue podem ter um risco menor de acidente vascular cerebral (AVC), de acordo com um estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition. Os participantes que tinham esse nutriente em grandes quantidades tiveram um risco 42% menor do que aqueles com baixas concentrações no organismo.
Segundo os autores, as razões para isso não estão completamente esclarecidas, mas eles afirmam que pessoas que comem muitas frutas e verduras têm níveis sanguíneos elevados de vitamina C, o que pode aumentar a prevenção contra derrames.

8-Suplementos de vitamina C
Como todo medicamento, é preciso consultar um especialista antes de tomar a iniciativa de ingerir suplementos da vitamina. A nutricionista Kelly Balieiro, do Laboratório da Mulher Femme, diz que a deficiência é comum na gestação - devido ao surgimento da doença hipertensiva e pré-eclampsia - e em fumantes, que necessitam de mais vitamina antioxidante para combater os radicais livres ocasionados pelo fumo.
No entanto, mesmo nesses casos, nem sempre é preciso recorrer a suplementos. "Pelas fontes alimentares, conseguimos obter boa parte das necessidades diárias ou até em excesso. A ANVISA se limita a 1000mg/dia como consumo máximo seguro da vitamina C. Abusar desse nutriente pode provocar diarréia osmótica, distúrbios gastrointestinais, aumento da excreção de oxalato - responsável pela formação de cálculo renal - e aumento da excreção de ácido úrico", conta Kelly.
Fonte: Minha Vida

 

Confira alimentos que combatem seu tipo de estresse

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Um dos efeitos colaterais do estresse crônico é a dificuldade para perder peso. E a maneira como o seu corpo lida com o estresse pode fornecer as pistas para ajudá-lo a se tornar mais calmo e mais magro. O livro The De-stress Diet, de Charlotte Watts e Anna Magee, ensina como identificar o seu tipo de problema e, então, indica os alimentos e hábitos benéficos. Se você responder "sim" a três ou mais perguntas de um dos itens abaixo, basta conferir as recomendações das especialistas para ficar mais magro, calmo e saudável em 2012. Os dados são do jornal Daily Mail:
Inchado e estressado
1 - Costuma sentir-se inchado depois de comer?
2 - Tem a síndrome do intestino irritável e os sintomas pioram quando está estressado?
3 - Tem sensibilidade a alguns alimentos?
4 - Tomou a longo prazo medicamentos, como esteroides, anti-inflamatórios e antibióticos?
5 - É propenso a dores de cabeça?
6 - Sua dieta é rica em açúcar e carboidratos refinados?
Explicação: se esse é o seu tipo de estresse, muitos de seus problemas são causados pela insuficiência de bactérias benéficas no intestino, provocando desejo por açúcar, ganho de peso e incômodos digestivos.
Dicas: aumente a ingestão de prebióticos naturais, que ajudam a promover as boas bactérias. São encontrados em vegetais (especialmente chicória, banana, alho, cebola e alho-poró) ou suplementos. Tome cápsulas de enzimas digestivas no início de cada refeição. Reduza açúcares, álcool e cafeína. Coma devagar e mastigue bem.

Ligado e estressado
1 - Sente-se em estado de alerta constante?
2 - Reage rapidamente a eventos estressantes?
3 - Luta para relaxar?
4 - Sente-se sob pressão para tomar conta das coisas?
5 - Sente-se cada vez mais incapaz de lidar com os problemas?
6 - É propenso a mudanças de humor ou tem tendência à irritabilidade?
Explicação: esse é um dos tipos mais comuns de estresse e é particularmente prejudicial em longo prazo, porque desgasta a pessoa física e mentalmente. As glândulas adrenais (que controlam muitos hormônios do estresse) estão em sobrecarga, provocando aumento de apetite.
Dicas: ingira proteínas (ovos, carne ou peixe), gorduras saudáveis e vegetais. Considere tomar suplementos que contenham zinco, ferro, vitamina B, vitamina C, iodo e magnésio. Não ignore o cansaço. Tente descontrair à noite e respirar lentamente por alguns minutos pela manhã ou antes de dormir. Evite atividades competitivas.

Frio e estressado
1 - Costuma queixar-se de sensação de frio quando os outros consideram a temperatura agradável?
2 - Tem má circulação e é propenso a retenção de líquidos?
3 - Seu cabelo ficou ralo e está perdendo os cantos de suas sobrancelhas
4 - Costuma ter dificuldade para se concentrar?
5 - Tem cada vez menos energia?
6 - Está rouco?
7 - Acorda desvigorado?
Explicação: esses sintomas são frequentemente sinais de que o estresse está atrapalhando a glândula tiroide (que controla o metabolismo).
Dicas: saboreie menos açúcar e carboidratos refinados. Corte álcool e café. Não economize tempo com exercícios. Lance mão de proteínas e folhas verdes, porque contêm um aminoácido chamado tirosina, que ajuda a tireoide a produzir tiroxina, que revigora o metabolismo. Evite repolho cru, brócolis, couve-flor e couve, já que podem interferir na função da tireoide. Coma alimentos que aquecem, como gengibre, pimenta, chá-verde, açafrão e wasabi.

Doente e estressado
1 - Está propenso a febre, asma, eczema, artrite ou psoríase?
2 - Apresenta infecções frequentes de ouvido, nariz e garganta?
3 - Tem tendência a retenção de líquidos e oscilações de peso?
4 - Está propenso a dores de cabeça?
5 - Tomou por longo prazo medicamentos esteroides, anti-inflamatórios e antibióticos?
6 - Sua dieta é rica em açúcar e carboidratos refinados?
7 - Tem osteoporose, doenças do coração ou problemas nas articulações?
Explicação: esses sintomas podem indicar que o sistema imunológico está prejudicado. Isso acaba com a energia e suprime os hormônios da satisfação do apetite, tornando a perda de peso particularmente difícil.
Dicas: reduza o consumo de açúcar para diminuir as reações inflamatórias.Aumente a ingestão de alimentos ricos em vitamina C, vitamina E, betacaroteno, além de bioflavonoides e polifenóis encontrados em especiarias, chás, alho, vinho tinto e chocolate amargo. Invista em frutas e vegetais para garantir que não fique desidratado. Suplemento de ômega 3 pode ajudar. Evite exercícios que exijam muito do sistema cardiovascular. Prefira corrida branda ou caminhada.

Hormonal e estressado
1 - Apresenta TPM ou problemas menstruais?
2 - Tem endometriose, ou síndrome do ovário policístico?
3 - Sente vontade de ingerir açúcar no período pré-menstrual?
4 - Tem fases de irritabilidade, choro e pensamentos negativos?
5 - Apresenta sintomas de menopausa?
6 - Tem problemas de fertilidade?
7 - Usou ou usa contracepção hormonal por anos?
Explicação: esse tipo de estresse afeta as mulheres por conta da instabilidade hormonal e costuma levar ao ganho de peso na parte inferior, como quadril e coxas.
Dicas: reduza o consumo de álcool, pois pode aumentar a circulação de estrogênio e piorar a TPM. Carne, ovos e laticínios tendem a perturbar o equilíbrio hormonal. Coma soja fermentada e muita fibra, para assegurar a eliminação eficaz de excesso de hormônios por meio do intestino. Exercite-se diariamente.

Cansado e estressado
1 - Acorda se sentindo cansado?
2 - Tem quedas de energia?
3 - Confia no açúcar e na cafeína para mantê-lo ativo?
4 - Sente a cabeça confusa?
5 - Fica exausto à noite?
6 - Dorme mal?
7 - Apresenta retenção de líquidos?
Explicação: se tem o tipo de estresse "ligado" por um tempo, pode facilmente chegar ao tipo "cansado". O resultado são falhas que o deixam incapaz de funcionar sem açucar e estimulantes.
Dicas: deixe de lado açúcar, café, álcool e cigarros. Invista em suplemento multivitamínico e mineral para aumentar ferro, vitaminas B e C, e magnésio. Coma mais carne vermelha, peixe, ovo, espinafre e agrião (todos ricos em ferro), além de aves, leite, tofu e cogumelos (vitamina B12). Hidrate-se com a ingestão de frutas e vegetais. Faça atividade física para reduzir os hormônios do estresse.

Desmotivado e estressado
1 - Costuma sentir como se não pudesse ser incomodado para fazer algo?
2 - Tem tendência a depressão?
3 - Lança mão de açúcar e carboidratos refinados para sentir-se confortável?
4 - Sente vontade de comer em excesso em alguns momentos?
5 - Dorme mal?
6 - Você está propenso a desordem afetiva sazonal (depressão de inverno)?
Explicação: não se culpe pela falta de força de vontade. O estresse esgotou os hormônios de bem-estar (serotonina e dopamina). Baixos níveis estão ligados à depressão e torna o paciente sucetível a comer "besteiras".
Dicas: tome suplemento de ômega 3 para aumentar a receptividade rosangelaà serotonina e à dopamina. Coma proteínas para garantir o fornecimento constante de energia para o cérebro. Reponha as bactérias probióticas do intestino com iogurtes e corte o açúcar. Faça exercícios ao ar livre. Aposte em rir, ouvir música, conviver, fazer sexo.
Fonte: Terra

 

Previna-se contra a desidratação e enfrente o calor com mais ânimo


O sol e as bebidas alcoólicas aumentam o risco da perda excessiva de líquidos
A cerveja gelada é um antídoto natural contra o calor. Na praia, aparece como uma das primeiras opções na hora de refrescar a garganta. Pouca gente sabe, no entanto, que o álcool é gatilho certo para a desidratação. "Ela ocorre quando há perda aguda de água e de sais minerais do organismo, especialmente nas diarréias e nos vômitos", explica a nutricionista do MinhaVida, Karina Gallerani.
O problema pode surgir em vários graus, todos eles bastante perigosos para a saúde. "Os sinais de desidratação variam conforme sua intensidade. Sintomas como aumento da sede, irritabilidade, diminuição do volume de urina, perda de elasticidade da pele e olhos fundos precisam ser identificados o mais breve possível. Nos casos mais graves, o quadro pode ter crises de torpor, pressão baixa e ausência de urina", afirma a especialista. "O excesso de exposição ao sol também pode provocar desidratação, além dequeimaduras e, em longo prazo, câncer de pele".
O álcool provoca desidratação ao inibir a secreção do ADH, o hormônio antidiurético liberado para barrar a saída de água (do sangue para a bexiga). Por isso, quando você bebe, a água continua sendo descartada (mesmo que haja uma baixa quantidade de líquidos no sangue). "Além disso, o álcool não combina com o verão porque tem muitas calorias. O pior disso é que são calorias vazias, ou seja, que não trazem nenhum benefício ao organismo", afirma Karina.
As bebidas alcoólicas possuem baixo poder nutritivo e não fornecem nenhuma das substâncias requeridas para o bom funcionamento do organismo, como proteínas, vitaminas ou outros nutrientes. Outro problema que surge com a bebedeira é a hipoglicemia (baixa taxa de glicose, ou de açúcar, no sangue).
Em uma situação normal, quando seu nível de glicose cai muito, o fígado repõe a substância transformando o carboidrato estocado no organismo (glicogênio) em glicose, e evita a hipoglicemia. Mas não é isso que acontece quando o álcool também está presente no organismo. "Quando o álcool entra no sistema digestivo esse processo é prejudicado, porque o fígado fica ocupado em eliminar a bebida, considerada tóxica pelo corpo. Ou seja, o fígado não produzirá glicose até que termine de expelir a última gota de álcool do sangue. Então o órgão que deveria viabilizar energia para o organismo estará ocupado em metabolizar o etanol", diz Karina.
E o problema fica ainda maior se você estiver fazendo algum tipo de exercício físico. "Nesse caso, o corpo perde ainda mais água e sais pelo suor. Isso, associado ao consumo de álcool, pode resultar em uma desidratação grave". Mas para evitar problemas e curtir a estação mais quente e divertida do ano, não precisa abrir mão da sua latinha. O consumo com moderação e intercalado com água e sucos está liberado "A melhor forma de lidar com a desidratação não é tratando dela, mas prevenindo o seu aparecimento". Veja abaixo as dicas dela para, literalmente, prevenir a dor de cabeça.
Dicas
1 - Lembre-se de beber água. Muitas pessoas simplesmente passam grandes períodos sem tomar sequer um gole do líquido. Isso deve ser evitado. O ideal é que se tome pelo menos um copo de água a cada hora.

2 - Se for praticar atividade física, fique atento à necessidade de tomar ainda mais água.

3 - Em dias quentes, a exposição ao calor faz com percamos mais água que o normal, e por isso é importante também tomar uma dose extra de água.

4 - Observe sua urina. Quando a urina adquire uma tonalidade muito escura, é sinal que o organismo está economizando água, provavelmente porque as reservas estão diminuindo. Beba água até que a sua urina adquira uma tonalidade clara, e procure manter sempre essa cor.

5 - Consuma alimentos ricos em água. A comida é também uma fonte importante de líquidos, já que muitos alimentos possuem água na sua composição. Frutas e verduras são boas fontes. Além de ajudarem na hidratação, esses alimentos costumam ser menos calóricos que os demais, colaborando para manutenção do regime e da boa forma.

6- Se sentir sede, não hesite: corra e beba um copo de água. A sede já é o sinal mais importante de que o organismo está precisando muito da água. Não engane o seu corpo.
Fonte: Minha Vida

 

Bem Estar: 13 alimentos de Natal que devem ser consumidos o ano todo


Eles são ricos em nutrientes que fazem um bem enorme para a saúde
Basta pensar na ceia de final de ano para vir na cabeça a imagem de uma mesa farta com várias comidas de natal: frutas secas, nectarina, abacaxi, castanhas, nozes, uvas, lentilha, romã, peru, chester e outras delícias. Porém, depois que o período de festas acaba, muita gente nem cogita incluir muitos destes alimentos no cardápio ao longo do ano.
Só que, além de saborosos, eles são supernutritivos. "Eles são ricos em ferro, zinco, fibras e fazem bem à saúde. Porém, preste atenção no teor calórico de algumas frutas secas e oleoginosas para não turbinar demais a dieta", explica a nutricionista chefe do Departamento de Medicina Preventiva da Unifesp, Anita Sachs.
Nectarina
Mais doce e nutritiva que o pêssego, a fruta é especialmente rica em beta-caroteno e potássio, e tem cerca de 50 calorias. "Também contém grandes quantidades de pectina, que ajuda a controlar os níveis de colesterol no sangue", explica a nutricionista Ana Flávia Pinheiro.

Abacaxi
Ele é bastante recomendado por sua quantidade de fibras, mas a história de que ele queima gorduras por ser ácido é puro mito. "Ele é saudável para o intestino, hidrata, mas não queima nada", diz Anita Sachs.

Uva
Elas são ricas em polifenóis, antioxidante que ajuda a combater os radicais livres que danificam as células, e a reduzir os riscos de doenças cardiovasculares, AVC, diabetes, demência e alguns tipos de câncer. "Elas tem fibras e água, que ajudam na hidratação e no funcionamento do intestino", explica Anita.

Romã
A fruta que alimenta simpatias e decora mesas tem propriedades importantes para a nossa saúde. "A romã é rica em vitamina A, que ajuda a manter a pele bonita, saudável e favorece a visão. Também é rica em vitaminas do complexo B (B1, B2, B3, B5, B6), que auxiliam a circulação, aumentam a resistência às infecções, facilitam a eliminação de líquidos e previnem o estresse", explica Ana Flávia.

Damasco
Ele possui alto valor nutritivo devido ao seu alto teor de minerais e vitamina A. É importante para prevenir a anemia e anomalias do crescimento, além de proteger o organismo de doenças glandulares. "O damasco é bastante nutritivo, mas é mais recomendado consumi-lo fresco. Cinco damascos secos têm em média 90 calorias, 30 calorias a mais do que a fruta fresca", explica Anita.

Uva passa
Fruta semi-ácida, tem funções cicatrizantes. Estimula também a formação dos glóbulos vermelhos; ajuda no combate à anemia, às doenças renais e à hipertensão. "O ponto forte das passas são as fibras. Além de saborosas, elas caem muito bem para quem tem problemas de intestino preso, por exemplo", explica Anita.

Ameixa seca
Deliciosa e cheia de propriedades funcionais, as dicas de receitas com a ameixa são muitas. Ela pode ser consumida in natura, em doces, caldas, recheios e geleias. "As ameixas secas são ricas em fibras e têm efeito laxativo. Fonte de vitaminas A, B e C e minerais, sua ingestão é recomendada para pessoas cardíacas ou com arteriosclerose (endurecimento das artérias), sendo útil também no controle da anemia e da bronquite", explica a nutricionista Ana Flávia Pinheiro.

Amêndoas
Fonte de vitaminas B1 e B12, auxilia no combate da anemia, bronquite e problemas pulmonares; também contribui para manutenção dos tecidos da pele. Castanhas: podem ser utilizadas no arroz, como as amêndoas do arroz indiano, na salada de folhas, no salpicão, na farofa e sobremesas. "Por serem muito calóricas e saborosas, o perigo é serem petiscadas em grande quantidade", explica Ana Flávia.

Castanha de caju
É fonte de vitamina B2, que auxilia no combate a arteriosclerose (endurecimento das artérias), da osteoporose (doença óssea), doenças cardíacas e doenças gastrointestinais.

Castanha do Pará
É fonte de vitaminas B1, B2 e B6. É rica em vitamina E atuando contra o colesterol LDL (colesterol ruim) e triglicérides. Contribui para a manutenção dos tecidos e das funções digestivas. "A castanha do Pará é rica em zinco, selênio e outros antioxidantes, por isso é fundamental para saúde, porém, ela deve ser consumida crua ou assada sem sal, pois, tem muito sal e pode causar problemas para pessoas com hipertensão, por exemplo", explica Anita.

Nozes
Além de serem ricas em magnésio e zinco, excelentes antioxidantes que ajudam na prevenção de diversos tipos de câncer e a fortalecer o sistema imunológico, que é o nosso sistema de defesa, são também ricas em niacina e outras vitaminas do complexo B, que ajudam a diminuir a vontade de comer doce.
Contêm vitamina E, um potente antioxidante que auxilia na prevenção de problemas cardíacos e ácido linoléico, que favorece a redução dos níveis de colesterol. "As nozes se destacam por sua versatilidade nutritiva. São ricas em uma série de nutrientes que abastecem várias funções do nosso organismo. Um de seus componentes principais é o ômega 3, gordura boa encontrada em peixes de água fria, como o atum e o salmão", explica Ana Flavia. "Cinco unidades ou 10 metades por dia são mais do que suficientes", continua Ana Flávia.

Carnes brancas
Chester, peru, frango, bacalhau. Este quarteto super requisitado nas ceias é também muito eficiente na luta contra a balança, porém, deve-se tomar alguns cuidados com a pele que os envolve e com o modo de preparo para eliminar um pouco da gordura que fica nestas carnes.
"Elas são mais saudáveis que as carnes vermelhas, porém, têm gordura, principalmente nas peles, por isso, o ideal é fervê-las antes de assar para retirar o excesso de gordura, além de retirar a pele", explica a nutricionista da Unifesp. "Outra dica é ficar atento à quantidade de sal do bacalhau. Embora muito saudável e nutritivo, o peixe pode ser muito perigoso para hipertensos, por exemplo, por ter elevado teor de sal", continua.

Lentilha
Você já pensou em substituir o feijão por lentilha para variar um pouco o cardápio? Ideal para a dieta e para a saúde, a lentilha é rica em proteína vegetal, ajudando na formação e no fortalecimento da massa muscular e na cicatrização de ferimentos.
"Ela é uma excelente fonte de proteína vegetal e pode ser consumida o ano inteiro sem restrições. Além de variar o cardápio, você faz um bem à sua saúde", finaliza Ana Flavia.

 

Dicas para resistir ao estresse de fim de ano
Beber um chá quente pode ser uma alternativa para aplacar a ansiedade de fim de ano

Foto: Getty Images
A proximidade das festas de fim de ano trazem muitas alegrias, mas também um estresse sem tamanho. Para muitos, ter que sair para comprar presentes, preparar ceia, planejar festas e viagens é quase uma tortura que deixa a pessoa mais cansada do que estava antes do período de festas.
Guloseimas como cookies, chocolates e tortas nos trazem um alívio temporário, mas temos que lidar com o fato de que não se pode atacar uma gostosura sempre que o estresse chegar ou a silhueta e a saúde sairão prejudicados.
A revista norte-americana Self listou algumas dicas simples para ajudar a lidar com a correria sem tanta dor de cabeça.
Vitamina C: pesquisas mostraram que a vitamina pode ajudar a parar a secreção de hormônios estressantes. Ao invés de optar por um bombom quando bater o estresse, opte por uma laranja, morangos, mamão e pimentões vermelho e amarelo.
Chá quente: beber algo quente acalma. Experimente um chá de hortelã ou de baunilha, já que estudos mostraram que estes aromas ajudam a baixar a ansiedade, trazendo mais concentração e alerta.
Carboidratos complexos: sempre atacamos os carboidratos quando estamos estressados porque eles liberam serotonina, um hormônio de bem-estar, que ajuda a acalmar. Experimente os integrais, como aveia, pães de trigo e feijões ao invés dos refinados.
Divirta-se: tentar se divertir e manter a dieta pode ser extremamente estressante, por isso, dê um tempo para si. Não conte calorias e não vá para as festas com muita fome para não exagerar. Faça refeições balanceadas ao longo do dia e, se possível, leve um lanchinho leve para a festa.
Fonte: Terra

 

Mude doze hábitos para prevenir a azia


Entenda por que cigarro, álcool e jejum prolongado pioram a queimação no estômago
Por Fernando Menezes
O prazer da refeição dura pouco para os 20 milhões de brasileiros que, segundo a Organização Mundial da Saúde, são obrigados a lidar com a queimação no estômago causada pela azia. O número levantado já é alto, mas tende a ser ainda maior, já que a maioria das pessoas que convive com o problema dificilmente busca um especialista na tentativa de resolvê-lo. "A maioria dos pacientes procura, por conta própria, medicamentos ou soluções naturais para amenizar o desconforto", afirma o gastroenterologista Luiz Eduardo Rossi Campedelli, do Hospital Albert Einstein. "Os sintomas acabam melhorando temporariamente, mas voltam a incomodar em pouco tempo sem tratamento médico".
A azia é causada pelo refluxo de ácido gástrico (responsável pela digestão dos alimentos): ele segue do estômago para o esôfago, como se fosse retornar à boca. "Esse refluxo, por sua vez, é causado pelo mau funcionamento de uma espécie de válvula, chamada esfíncter: ela se abre para o alimento passar do esôfago para o estômago e, em seguida, deve se fechar para reter o que foi ingerido e também os sucos gástricos que circulam por ali", explica o gastroenterologista Ricardo Blanc, membro da Sociedade Brasileira de Gastroenterologia
O tratamento do problema pode até incluir o uso de medicamentos, mas os especialistas garantem que só isso não funciona. O método mais eficiente contra a queimação no estômago é a mudança de hábitos tanto em relação à sua dieta quanto à forma como os alimentos são consumidos. "Mastigando bem os alimentos, por exemplo, você facilita o trabalho do estômago, que pode produzir menos ácido", afirma o gastroenterologista do Einstein. Os cuidados são todos muito simples, mas fazem uma tremenda diferença na sua digestão, acompanhe todos eles para começar e encerrar suas refeições com muito prazer.
Cardápio selecionado
Controlar o consumo de alguns alimentos ajuda a evitar crises de azia. De acordo com gastroenterologista Luiz Eduardo Rossi Campedelli, do Hospital Albert Einstein, frituras e alimentos muito gordurosos devem ficar longe do prato de quem sofre com azia. Frutas ácidas, condimentos, embutidos e alguns tipos de verduras, como couve, couve flor, brócolis, repolho, nabo, rabanete, pepino e tomate também devem ser evitados, porque tem ph ácido.

Refeições na hora certa
Passar longos períodos em jejum aumenta as chances de azia. Isso acontece porque, quando uma pessoa fica sem comer, o ácido gástrico se acumula e pode refluir, irritando o final do esôfago. "Comer a cada três horas mantém o sistema digestivo em funcionamento, sem sobrecarga na produção de ácido gástrico", explica o gastroenterologista Luiz Campedelli.

Pratos que transbordam
Quem exagera no prato também corre maior risco de ter azia. "Quanto maior o volume de alimentos ingeridos de uma vez, maior será o risco que o suco gástrico atinja o esôfago, já que estômago estará superlotado", explica Luiz Campedelli.

Exercícios após a refeição
Segundo o gastroenterologista Ricardo Blanc, muita movimentação física aumenta as chances de refluxo. Até duas horas após uma grande refeição, o estômago ainda acumula ácidos gástricos em maior quantidade e os movimentos podem fazer com que esses líquidos retornem em direção ao esôfago, causando a queimação.

Leite gelado durante uma crise
Tomar um copo de leite gelado pode até piorar a queimação. "O alívio que você sente ao tomar um copo de leite é momentâneo. A bebida tem pH baixo (o que neutraliza a acidez estomacal). No entanto, é rica em cálcio, mineral que estimula a produção de ácido gástrico pelo estomago", alerta Luiz Campedelli. Além disso, o leite, em sua versão integral, é rico em gorduras, outro componente que aumenta as chances de azia. O mesmo processo não acontece com o leite de soja, que não possui grandes quantidades de cálcio e é livre de gorduras. "Um copo de leite de soja gelado traz alívio, assim como alguns goles de água gelada".

Café depois do almoço
Outro hábito bastante comum que deve ser evitados por pessoas que sofrem com azia é tomar café após a refeição. "A cafeína provoca um relaxamento demasiado no esfíncter, causando o refluxo de ácido digestivo para o esôfago. Duas xícaras diárias é o máximo recomendado para uma pessoa que sofre com crises de azia", diz o gastroenterologista Vladimir Schraibman, especialista do Minha Vida.

Tomar chá preto
De acordo com o gastroenterologista Vladimir Schraibman, especialista do Minha Vida, assim como o café, o chá preto e o chá mate provocam o relaxamento do esfíncter, facilitando o refluxo e aumentando as chances de azia. Chás mais claros ou o chá verde não causam o mesmo efeito, podendo ser consumidos sem preocupação. O chá de camomila, por sua vez, possui características calmantes que diminuem a irritação da parede do esôfago atingida pelo refluxo gástrico.

Sono após comer
Deitar-se após as refeições deixa o corpo em uma posição que facilita o refluxo dos ácidos digestivos que provocam a azia. Caso você seja vítima do problema, o ideal é permanecer sentado, pelo menos, meia hora após o término da refeição e, só após este intervalo, dar um cochilo.

Riscos do álcool
Além de irritar naturalmente o sistema gástrico, o álcool também estimula a produção de ácido pelo estômago e diminui a capacidade de contração da válvula que impede o refluxo. Por isso, evite esse tipo de bebida durante as refeições como medida preventiva. Também não é recomendável beber com o estômago vazio, prevenindo o acúmulo de ainda mais ácidos digestivos.

Mais uma do cigarro
A azia é mais um incômodo que pode ser colocado na lista de malefícios que o fumo traz ao corpo. "Além de causar problemas sérios no pulmão, o cigarro também diminui a proteção da mucosa do estômago, deixando o órgão mais sensível à irritação causada pelo ácido gástrico", afirma Ricardo Blanc. É por esse motivo também que o cigarro aumenta as chances de úlcera no estômago.

Excesso de peso
Pessoas que sofrem com o sobrepeso ou com obesidade têm maiores probabilidades de serem incomodadas com a azia, já que a pressão sobre o estômago (causada pelo excesso de peso) aumenta as chances dos ácidos gástricos sofrerem refluxo em direção ao esôfago.

Líquidos durante a refeição
Bebidas gaseificadas aumentam a pressão dentro do estômago, forçando os ácidos digestivos a seguirem em sentido inverso (refluxo gástrico). Outras bebidas, em excesso, acabam diluindo o ácido gástrico e obrigando o estômago a produzi-lo em maior quantidade. "Ardência e queimação são resultados possíveis quando há consumo exagerado de bebidas junto às refeições", afirma o gastroenterologista Ricardo Blanc.
Fonte: Minha Vida

 

Acorde 20 minutos mais cedo e tenha um dia diferente


O tempo é curto; mas basta para evitar o estresse das manhãs corridas
Acordar no susto, comer correndo, esquecer tudo e se arrumar às pressas é uma coisa que já faz parte do seu dia-a-dia? Então, que tal tentar mudar um pouquinho sua rotina matinal e começar a se beneficiar de diversas maneiras? Com apenas vinte minutinhos de folga você consegue uma manhã bem mais tranqüila sem atrapalhar em nada o seu sono. São diversos benefícios que deixam suas manhãs muito mais gostosas. Para te ajudar a tomar coragem de adiantar o despertador o MinhaVida separou alguns dos principais benefícios que esse mudança pode te oferecer. Confira e ajuste o despertador.
Café-da-manhã completo: Tomar café em pé e correndo vai ficar fora dos seus planos. Os vinte minutinhos vão garantir uma refeição tranqüila e mais equilibrada. Aproveite para deixar seu café mais completo, com frutas e pães variados. Além de mais gostoso, seu dia vai ficar muito mais divertido. A dieta também agradece e rende efeitos mais rapidamente
Nada de estresse: Sair correndo, derrubando as coisas e rezando para não chegar atrasada, como sempre, é algo normal para você? Então está na hora de deixar todo esse estresse de lado. Passe a levantar da cama mais cedo, você vai começar o dia mais tranqüilamente e evitar muitas discussões por bobagem.
Tomar um banho refrescante: Sabe aquele banho refrescante, para dar o ânimo de começar bem o dia? Basta você pular da cama vinte minutinhos antes que você consegue tempo para aproveitar um desse todas as manhãs.
Trânsito nem pensar: São minutos que fazem o trânsito parar e deixam os nervos a flor da pele logo cedo. Que tal sair da cama mais cedo e evitar esse estresse? Ou quem sabe optar por aquele caminho mais longo, mas sem trânsito?
Sem esquecer nada: Esquecer carteira, óculos e bolsa são coisas costumeiras de quem sai de casa à pressas. Com tempo sobrando, você consegue se lembrar de tudo que precisa para sair de casa e garante menos estresse durante todo o dia
Visual em dia: Quantas vezes você já se olhou no espelho da empresa e descobriu que sua saia não combina nadinha com a sua blusa? A pressa de sair de casa é tanta que a primeira roupa do armário vai para o corpo, gerando alguns constrangimentos. Nem o cabelo você consegue arrumar do jeito que queria não é mesmo? Aproveite esses vinte minutinhos e garanta um visual sem erros.
Enrole na cama: Está com preguiça de sair da cama? Então não levante. Mas aproveite os minutinhos a mais para se espreguiçar e, quem sabe, até curtir um pouco seu marido. Você vai levantar mais disposta e seu dia vai ficar bem mais proveitoso.
Curta o filhote: você só encontra seu filho quando chega do serviço? Que tal aproveitar a manhã para se divertir um pouquinho com ele? Colocar o uniforme, tomar café da manhã juntos, curtir uns momentos de brincadeiras e conferir a mochila dele são algumas ideias para estreitar a convivência entre vocês.
Fonte: Minha Vida

 

Conheça alimentos que ajudam a ter uma boa noite de sono

Comidas gordurosas e ricas em cafeína devem ser evitadas
Ao longo do dia, nem sempre temos tempo de escolher cautelosamente o que ingerimos. A correria cotidiana às vezes exige que nos alimentemos com o que temos ao alcance, e não com que o nosso corpo precisa. Mas, à medida que o dia chega ao fim, vale a pena investir em cuidados para que o que comemos e bebemos não somente não prejudique a qualidade do sono, como contribua para que tenhamos uma noite de descanso.
Segundo a nutricionista do Hospital de Clínicas da Unicamp Salete Campos, existe nos alimentos uma substância que favorece o trabalho do nosso corpo em restabelecer o equilíbrio durante a noite: o triptofano. "Uma vez no cérebro, ele aumenta a produção da serotonina, substância conhecida como o hormônio do bom humor, que tem poder sedativo e ajuda a induzir e melhorar o sono".
Essa substância pode ser encontrada em carnes magras, peixes, leites e iogurtes desnatados, queijos brancos e magros, nozes, banana e leguminosas. A serotonina ainda regula o nosso relógio biológico.
A insulina também tem papel importante no padrão do sono. Hipoglicemia, ou baixa quantidade de açúcar no sangue, costuma ocorrer à noite porque é quando não nos alimentamos. Quando o nível de glicose cai, a adrenalina é liberada como uma fonte secundária. Como o hormônio é estimulante, pode causar distúrbios do sono.
Por isso, é necessária a ingestão de carboidratos. "Eles favorecem o aumento nos níveis de insulina, que auxiliam na 'limpeza' dos aminoácidos circulantes no sangue", explica Salete.
Algumas fontes de carboidratos são pães, cereais, biscoitos, massas, arroz, frutas, legumes, granola e polenta. A nutricionista aproveita para advertir: "Uma alimentação pobre em carboidratos, por vários dias, pode levar a alterações de humor e depressão".
Vitamina B6 e magnésio são outros nutrientes essenciais para que o organismo esteja em paz na hora de ir para a cama. Segundo Salete, os dois também estão envolvidos na produção da serotonina. A vitamina B6 está presente em frango, atum, banana, cereais integrais, levedo de cerveja, arroz integral, cará e semente de gergelim. O magnésio em alimentos como tofu, soja, caju, tomate, salmão, espinafre, aveia e arroz integral.
Além de saber o que fazer, é bom ter consciência do que é preciso evitar. Se o objetivo é deitar e relaxar, não exagere na quantidade de alimentos e na ingestão de comidas gordurosas. Mas, de nada adianta refeições equilibradas e ricas nos itens acima se antes dormir não houver cautela com as bebidas consumidas.
Sono faz bem para o cérebro
Apnea triplica os riscos de derrame Para não correr o risco de ter uma noite de sono agitado ou com pesadelos, a orientação da especialista é não beber líquidos que são fontes de xantina e cafeína, que estimulam o sistema nervoso central. Entre eles: chocolate, café, chá preto ou mate, guaraná, refrigerantes à base de coca e, claro, bebidas alcoólicas. No caso de serem consumidos, é aconselhável que seja quatro horas antes do sono.
Se, mesmo observando as orientações acima, você acaba passando mais tempo tentando dormir do que dormindo de fato, a nutricionista diz que o chá de camomila é uma boa alternativa. "Uma florzinha de longa data, conhecida de nossas tataravós que sempre foi usada para acalmar crises de nervosismo. Ela tem efeitos relaxantes, ameniza a ansiedade e reduz a depressão".
Fonte: Minha Vida

 

Prove 7 alimentos que previnem câncer de mama


Eles são deliciosos e as pesquisas comprovam que agem no combate à doença
Em teoria, todo mundo deveria seguir uma dieta balanceada com muitas frutas, verduras, legumes e grãos formando um prato bastante colorido. Na prática, entretanto, as coisas funcionam de forma bem diferente e a maioria das pessoas só percebe a importância dos bons hábitos alimentares quando aparece alguma doença. Entre elas, o câncer de mama. Segundo a nutricionista Débora La Regina, do Centro Paulista de Oncologia (CPO), mudanças na alimentação acontecem logo após a primeira consulta. "Isso acontece não porque as condições de saúde exigem tratamento especial, mas porque, na maioria das vezes, faltam nutrientes essenciais que ajudariam na prevenção desse tipo de câncer", afirma. Se você acha que anda com as refeições meio sem graça, veja as dicas das especialistas para colocar mais cor no seu prato e reforçar a saúde.

Frutas Vermelhas
"Frutas vermelhas, como framboesa e amora, contêm fitonutrientes anticancerígenos chamados antocianinas que retardam o crescimento de células pré-malígnas e evitam a formação de novos vasos sanguíneos, que podem alimentar um tumor", explica a nutricionista Daniela Cyrulin, da Nutri & Consult. Esses alimentos também são ótimas fontes de vitamina C, flavonóides e fibras, essências ao funcionamento do organismo.

Cenoura
Uma pesquisa feita pela Harvard School of Public Health, nos Estados Unidos, revelou que a cenoura é um alimento eficaz na prevenção contra o câncer de mama. A descoberta surgiu após o acompanhamento de 12 mil mulheres, 5.700 com câncer de mama e 6.300 saudáveis, que serviram como grupo de controle. Após terem sua dieta controlada, constatou-se que consumir duas porções do vegetal todos os dias reduz o risco de desenvolver a doença em até 17%. Segundo a nutricionista Débora, isso acontece graças ao beta caroteno, que protege o DNA contra a oxidação, evitando a formação de radicais livres. De acordo com o estudo, entretanto, tal porcentagem só pode ser atribuída a mulheres na pré-menopausa.

Uva
De acordo com Débora La Regina, estudos já mostraram que flavonóides, presentes na uva, podem retardar o crescimento de células malignas no organismo. A especialista alerta, entretanto, para que os adoradores de vinho tinto não abusem da bebida com a alegação de que ele faz bem para a saúde. O excesso de álcool prejudica todo o metabolismo e pode ser vir de gatilho a outras doenças, além de fragilizar a imunidade.

Romã
Um estudo publicado na revista Cancer Prevention Research, da Associação Americana para Pesquisa sobre Câncer, mostrou que romãs podem ajudar na prevenção contra o câncer de mama. Eles analisaram a interação dos compostos do fruto com a enzima aromatase, responsável pela produção de estrogênio e fundamental para o surgimento de células cancerígenas. Concluíram, então, que o fruto inibe sua ação.

Brócolis
"Por meio do estímulo das enzimas do corpo, o sulforano, presente nos brócolis, elimina substâncias que podem originar células cancerígenas no corpo", aponta Daniela. Outros vegetais que também produzem esse efeito são a couve-flor e o repolho. Recomenda-se o consumo de meia xícara de chá do alimento por dia.

Especiarias
Pesquisadores do Comprehensive Cancer Center, da Universidade de Michigam, nos Estados Unidos, afirmam que especiarias, como pimenta preta e curry, podem atuar na diminuição do aparecimento de células cancerígenas sem danificar as células saudáveis da mama. De acordo com Daniela Cyrulin, o efeito se dá pelos polifenois, antioxidantes que possuem ação antiinflamatória.

Soja
Soja e derivados, como leite de soja e tofu, contêm nutrientes em sua composição chamados fitoestrogênio. Ele é similar ao hormônio estrogênio natural, produzido pelo corpo feminino a partir da adolescência e, por isso, ocorre uma competição entre ambos dentro do nosso organismo. "Essa disputa interfere em enzimas importantes para o desenvolvimento de células cancerígenas", afirma a nutricionista Débora.
Fonte: Minha Vida

 

Conheça os quatro problemas mais comuns durante a amamentação


Mamilos rachados e sensibilidade alimentar podem ser prevenidos
Para alguns bebês e mamães, a amamentação segue bem desde o início e não há qualquer problema durante esse período. Mas amamentar no peito pode ter seus altos e baixos, especialmente no começo. Aqui vão algumas sugestões para que a mãe saiba o que fazer no caso de:

Sensibilidade alimentar
Vez ou outra é comum sentirmos que determinado alimento não nos caiu bem no estômago. Da mesma forma, dependendo da comida que você ingerir, o bebê pode sentir algum tipo de reação após receber o leite materno. Ele pode reagir chorando, tornando-se inquieto, querendo mamar mais frequentemente e na maioria das vezes ficando inconsolável.
É fácil confundir este problema com as cólicas do recém-nascido, mas existe uma diferença: enquanto as cólicas normalmente ocorrem diariamente durante os três primeiros meses, as dores provenientes da sensibilidade alimentar ocorrem somente depois que a mãe ingere o alimento sensibilizante e a reação no bebê desaparece dentro de, no máximo, 24 horas.
Alimentos que provocam gases, como repolho, cebola, alho, brócolis, couve, couve-flor, feijão e nabo, podem causar desconforto a alguns bebês.Alimentos que provocam gases, como repolho, cebola, alho, brócolis, couve, couve-flor, feijão e nabo, podem causar desconforto a alguns bebês. Geralmente os sintomas somem em menos de um dia e não ocorrem mais até que a mãe se alimente novamente com a mesma comida.
Em alguns casos mais raros, os bebês podem desenvolver uma grande alergia a leite de vaca ou outros laticínios que façam parte da dieta alimentar da mãe e terão cólicas por períodos de várias horas após receberem o leite materno. Esse tipo de problema costuma causar, além das cólicas, um grande desconforto gastrointestinal, fazendo com que o bebê estique as perninhas em sinal de dor. Na dúvida, consulte o pediatra.
Você pode testar quais alimentos causam reações no bebê voltando a consumi-los aos poucos, um de cada vez, com vários dias separando a ingestão entre eles. Só assim é possível saber se o bebê é sensível ou não.

Mamilos rachados
Se o bebê não for bem posicionado no peito ou não souber sugar corretamente quando começar a mamar, você pode acabar tendo os mamilos rachados ou machucados.
A amamentação não deve causar dor ou desconforto para a mãe.Mamilos rachados quase sempre resultam de um posicionamento incorreto do bebê no peito da mãe e da pega incorreta que faz com que o bebê morda ou traumatize o mamilo materno. A amamentação não deve causar dor ou desconforto para a mãe. Se o mamilo ou outras regiões do peito estiverem muito doloridos, procure orientação de algum grupo de apoio à amamentação.
Lave os seios somente com água, sem sabonete. Cremes e loções também devem ser evitados, pois costumam agravar o problema. Procure variar a posição do bebê na hora de amamentar, limitando a duração das mamadas em cada peito entre cinco e 10 minutos.

Ingurgitamento mamário
Como já mencionado, os seios podem ficar doloridos e "duros" se o bebê não se alimentar bem e com frequência nos primeiros dias após a descida do leite. É normal acontecer um pouco de ingurgitamento quando se inicia a amamentação, mas casos mais severos precisam de ajuda médica. O melhor tratamento para casos comuns é a ordenha entre as mamadas e a certeza de que o bebê mame em ambos os seios a cada mamada. Banhos mornos também ajudam o leite a descer.

Mastite
Mastite é uma infecção no peito causada por uma bactéria. Ela causa inchaço, calor e dor. Ele geralmente afeta um peito ou parte dele, levando a mãe a um estado febril e causando sensação de mal estar. Esses casos devem ser tratados por um médico, que vai receitar algum antibiótico para conter a infecção e que, ao mesmo tempo, possibilite a continuação da amamentação.

Preparação, esterilização e estocagem das mamadeiras
A água a ser utilizada na preparação das mamadeiras (fórmulas) deve ser filtrada e esterilizada (fervida). Também todos os utensílios, como bicos, mamadeiras e qualquer outro utilizado no processo de amamentação, devem ser bem limpos e esterilizados.
Para esterilizá-los, coloque-os em uma panela com água fervendo durante cinco a 10 minutos. Se você preparar as mamadeiras com antecedência, deve mantê-las na geladeira para evitar a proliferação de bactérias. As mamadeiras mantidas na geladeira e que não forem utilizadas dentro de, no máximo, 24 horas devem ser descartadas.

Na hora de dar a mamadeira
A hora de amamentar deve ser tranquila e agradável para a mãe e o bebê. É uma excelente oportunidade para a troca de afeto e para que ambos se conheçam. Se a mãe estiver calma e alegre, seu filho provavelmente também ficará calmo. Se, ao contrário, estiver nervosa e se sentir indiferente ao dar a mamadeira, provavelmente presenciará reação de inquietação no filho.
Não o amamente enquanto ele estiver "totalmente deitado", pois isso aumenta o risco de sufocação.A mãe ficará mais confortável em uma cadeira com braços ou com almofadas que apoiem seus braços enquanto dá a mamadeira. Procure carregá-lo em uma posição semierguido. Não o amamente enquanto ele estiver "totalmente deitado", pois isso aumenta o risco de sufocação. Esta posição também pode fazer com que o leite chegue até o ouvido, provocando infecção.

Quantidades e horários das mamadas
O bebê recém-nascido costuma tomar de 60 a 90 ml de fórmula por mamada e irá mamar em intervalos de três a quatro horas nas primeiras semanas. Durante o primeiro mês, se o bebê dormir mais do que quatro ou cinco horas direto e começar a pular algumas mamadas, acorde-o e ofereça a mamadeira.
Depois do primeiro mês de vida, ele começará a tomar pelo menos 120 ml por mamada com intervalos aproximados de quatro horas entre uma mamada e outra. Aos seis meses, ele tomará entre 180 e 240 ml por mamada de quatro a cinco vezes cada 24 horas.
Em média podemos dizer que o bebê mama cerca de 150 ml de fórmula para cada quilo de peso por dia, mas ele irá regular a quantidade necessária de acordo com a sua própria vontade. Contudo, é essencial ter bom senso. A maioria dos bebês se satisfaz com 90 a 120 ml de fórmula por mamada no primeiro mês, aumentando a quantidade em 30 ml por mês até atingir 240 ml. Se o seu bebê demonstrar querer sempre mais ou menos do que isso, converse com o pediatra. O bebê não deve ingerir mais do que 960 ml de fórmula em 24 horas.
Aos dois meses (ou cerca de 5 kg), a maioria dos bebês não necessita mais da mamada no meio da madrugada, porque já mamam mais durante o dia e começam a ter um sono noturno mais regular, mas isso pode variar de bebê para bebê. A coisa mais importante a se ter em mente ao amamentar, não importa se for no peito ou com a mamadeira, é que ele deve ser muito especial.
Fonte: Minha Vida

 

Pílula do dia seguinte pode trazer mais riscos do que benefícios

Foto: Divulgação
Método serve apenas como alternativa emergencial para não prejudicar a saúde da mulher
A pílula do dia seguinte costuma ser usada por algumas pessoas com muita frequência, interpretada como uma solução prática para evitar a gravidez indesejada sempre que algum imprevisto acontece. No entanto, esse recurso é indicado apenas para casos de emergência e deve ser usado com cuidado, já que pode trazer efeitos colaterais. A fim de contribuir com a propagação de informações corretas sobre esse tema, o Portal Minha listou as principais dúvidas sobre o assunto. Veja as respostas a seguir:

Existem dois tipos de pílula, qual é o melhor?
O mercado disponibiliza dois tipos de pílula do dia seguinte: uma cartela com apenas um comprimido de 1,5mg de levonorgestrel e outra com dois comprimidos de 0,75mg da substância."Como se trata de um método de emergência e não de prevenção, a dosagem da pílula, independentemente do tipo, é um turbilhão de hormônios", explica a ginecologista Felisbela Holanda, da Unifesp.
Para a especialista, não existe diferença entre os dois tipos de pílula do dia seguinte, até porque a dosagem é a mesma. Ambas representam uma enorme carga de hormônios ingerida de uma só vez, diferentemente das pílulas anticoncepcionais convencionais - ingeridas diariamente -, que possuem dosagem menor.

Qual é a maneira correta de tomar?
Felisbela explica que o procedimento é bem simples. "Para o tipo que tem apenas uma pílula, basta tomá-la até 72 horas depois do ato sexual. Para aquela que vêm em duas doses, a primeira deve ser tomada logo após o coito e a segunda, depois de 12 horas", explica.
Mesmo com esse intervalo grande de tempo - 72 horas - a ginecologista Denise Coimbra recomenda: "A pílula do dia seguinte pode ser tomada em até 12 horas do 'acidente' para aumentar a eficácia do método".

Existe a possibilidade de engravidar, mesmo tomando a pílula do dia seguinte?
Conforme a especialista, o risco de insucesso da pílula do dia seguinte gira em torno de 5%. Isso se levarmos em conta que ela seja tomada nas primeiras 24 horas após o ato sexual. "É perfeitamente possível que a mulher engravide, afinal, a pílula do dia seguinte não é um método contraceptivo, mas de emergência. O corpo não está preparado para ela", argumenta Felisbela.
A ação do levonorgestrel - um tipo de progesterona - pode inibir ou retardar a ovulação. Ou seja, ele é capaz de dificultar a passagem do óvulo ou do espermatozóide, além de provocar alterações no endométrio, bloqueando a implantação do óvulo. A médica alerta que, "se ingerida depois da formação do feto, ela pode causar hemorragia e aborto, fatores de altíssimo risco para a vida da mulher".
A ginecologista Denise Coimbra também conta que o feto pode apresentar sequelas, mas as chances são pequenas. "Ao tomar a pílula muito tempo depois da fecundação, não haverá eficácia e só os exames do primeiro pré-natal podem acusar algum problema com o feto. Na maioria das vezes, não há complicações", explica.

Existem efeitos colaterais para o uso da pílula do dia seguinte?
Mesmo se considerarmos o uso esporádico da pílula do dia seguinte como um parâmetro normal, ainda é possível que ela cause efeitos colaterais. "Pode causar dores de cabeça e no corpo, náuseas, diarreia e vômito", explica Felisbela.
Na maioria das vezes, a pílula altera o fluxo normal da mulher, desregulando a menstruação. "Dependendo do dia em que foi tomada, a pílula pode provocar sangramento ou mesmo retardar a menstruação", conta Denise Coimbra, que faz questão de frisar que esse recurso deve ser feito apenas em casos de emergência, por conta desses efeitos.

Se usar com certa frequência, pode engordar?
Para a ginecologista, isso varia de acordo com o organismo de cada pessoa. No entanto, é possível que o uso frequente possa interferir nas reações do corpo. "Sem dúvida, uma dose imensa de hormônios como a da pílula do dia seguinte pode engordar, mas só através de uma avaliação individual é que será possível confirmar", explica Felisbela.

Consumir álcool e tabaco pode anular o efeito da pílula?
É uma combinação perigosa. Felisbela explica que o uso de alguns tipos de drogas pode ser prejudicial se combinados com o tratamento com a pílula do dia seguinte. Bebidas e cigarros possuem substâncias que potencializam os níveis do hormônio estrogênio no organismo e não devem ser ingeridos com nenhum outro medicamento.
"A pílula com estrogênio é um vasoconstritor, que contrai os vasos sanguíneos, e a nicotina do cigarro também. Em associação, aumentam o risco de derrame (Acidente Vasculas Cerebral) e trombose", esclarece Denise Coimbra.

Existem contra-indicações para o uso?
De acordo com Felisbela, o mais importante antes de se fazer qualquer indicação ou contra-indicação é fazer uma avaliação pessoal. No entanto, sabe-se que algumas condições podem tornar o uso da pílula do dia seguinte perigoso.
"Em princípio, seu uso é contra-indicado para mulheres com hipertensão descontrolada, problemas vasculares, doenças do sangue e obesidade mórbida. Mas são contra-indicações relativas, que aumentam o risco de insucesso ou outros problemas e dependem de avaliação individual", explica a médica.
Além disso, a ginecologista explica que não existe idade mínima para tomar o medicamento. "A mulher já pode tomar a partir do momento em que tem uma vida sexual ativa. Já a idade máxima vai até o fim da vida fértil dela".
Mas Denise Coimbra lembra que é preciso sempre ter o acompanhamento de um ginecologista. "A menina, quando tem a primeira menstruação, deve sempre procurar orientação do profissional para conhecer os métodos anticonceptivos. Nada de confiar nas amigas", adverte.

Seu uso frequente pode causar infertilidade?
A especialista explica que sim. Afinal, o medicamento provoca uma descarga hormonal muito intensa em curto prazo. "Entretanto, em longo prazo, pode causar a gravidez ectopia (gravidez nas trompas). Além disso, também prejudica o funcionamento do aparelho reprodutor feminino e dificulta futuras gestações", explica Felisbela.
Por isso, é prudente evitar o uso frequente. Denise conta que, se a mulher ingerir a pílula com frequência e em um curto período de tempo, o recurso pode não funcionar como método de emergência. "O perigo é que, com o uso abusivo, a pílula pode perder o seu propósito, ou seja, a mulher pode engravidar, pois o medicamento quebra o ritmo hormonal", alerta.
Fonte: Minha Vida

 

Alimentação na terceira idade


Você sabia que a medida que se envelhece, as necessidades de energia do corpo diminuem; ao mesmo tempo, cresce a demanda por alguns nutrientes. Na verdade , um relatório recente estima que quase metade dos problemas das pessoas com mais de 65 anos estejam relacionados com a alimentação.
De um modo geral, os idosos são o grupo mais mal nutrido de todos. Há muitas razões para isso: o apetite, o paladar, e o olfato diminuem com a idade, tornando a comida menos atraente, além de outras como dificuldades de mastigar , azia, prisão de ventre contribuem para nutrição deficiente.
ALIMENTAÇÃO RECOMENDÁVEL:
1.Cereais e pães integrais, arroz integral, milho e outros grãos, feijões, ervilhas e lentilhas e outras leguminosas, batatas, massas e outros alimentos ricos em amido.
2.Vegetais e frutas, verduras como brócolis, repolho, couve e espinafre, vegetais amarelos como cenoura e abóbora, frutas cítricas, tomates, bananas e outras frutas.
3.Carne de vaca magra, de carneiro, frango e outras aves, peixes e frutos do mar, ovos, tofu e uma combinação de cereais e leguminosas.
4.Leite desnatado, queijo, iogurte e outros derivados. Prefira leite e iogurte com lactose reduzida se tiver problemas digestivos com o leite comum.
OBS: Açúcar, sal e gorduras devem ser usados com moderação, inclusive álcool, 01 drinque para mulheres e dois para homens.
Para saber mais consulte o site: http://www.emagrecasemdieta.kit.net/alimentacao_saudavel.html#idade

 

 

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