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Sexta-feira
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atualização: 04/05
Exercício físico e
computador podem estimular cérebro de idosos

Estudo indica que atividades melhoram a memória e as
funções cognitivas
Sexo Feminino Masculino
Uma pesquisa publicada na revista Mayo Clinic Proceedings
concluiu que a combinação de atividade física com o uso do
computador pode ajudar a reduzir o risco de perda cognitiva
relacionada à idade. O experimento foi realizado por
pesquisadores da Clínica Mayo, em Minnesota (EUA), que
analisaram mais de 920 pessoas com idades entre 70 e 93
anos.
Os participantes completaram questionários sobre o uso do
computador e atividade física em relação ao ano anterior.
Com exames e outras análises, os especialistas encontraram
sinais de comprometimento cognitivo leve - estágio entre a
perda de memória normal e o início de Alzheimer - em quase
38% dos idosos que não se exercitaram e não usaram um
computador, em comparação com aqueles que incluíram esses
hábitos na rotina.
Segundo os autores, o ideal é praticar exercícios moderados:
caminhada, atividade aeróbica, musculação, tênis, ioga,
artes marciais, levantamento de peso e utilização de
máquinas de exercício. Eles afirmam que, embora o estudo
tenha descoberto uma associação entre exercício combinado e
uso do computador e melhora da função da memória, ainda não
foi provada uma relação de causa e efeito.
Mais de 40 anos? Largue as desculpas e comece uma atividade
física
Se você tem mais de 40 anos e pensa que é tarde para começar
a se exercitar, ou, talvez, que seu corpo já está fraco para
suportar a carga de exercícios, é hora de repensar o
assunto. O fisiologista Raul Santo de Oliveira, da Unifesp,
esclarece que a saúde só tem a agradecer quando se começa a
praticar um exercício físico, mesmo se você nunca praticou
nada.
Raul Santo acrescenta que, nessa fase, são comuns doenças
oportunistas e crônico-degenerativas, como hipertensão,
diabetes, mau colesterol (LDL) elevado e até mesmo
osteoporose - que, ressalta ele, também é consequência de
hábitos trazidos pela vida toda, desde a infância. O
exercício físico contribuirá com a melhora desses e outros
quadros.
Exames necessários
Para começar a praticar uma atividade, é sempre importante
procurar um profissional. Esse médico realizará uma
avaliação clínica, que declarará se você é apto ou não para
o exercício escolhido. O clínico geral realizará testes,
como glicemia, hemograma, níveis de colesterol etc.
Depois dessa avaliação, é preciso fazer o chamado teste
ergoespirométrico. Ele consiste em um exame realizado em
laboratório - em esteira ou bicicleta ergométrica , onde a
carga do exercício será gradativamente aumentada. Serão
observadas as reações fisiológicas de acordo com a
intensidade da atividade, como frequência cardíaca, pressão
arterial e consumo de oxigênio, até chegar no consumo máximo
de oxigênio que esse indivíduo suportou. Raul Santo explica
que esse é o principal parâmetro na hora de definir qual é o
limite do treino da pessoa.
Aeróbico ou anaeróbico?
A base dos exercícios, nessa fase da vida, deve ser
aeróbica, já que pode ser que o corpo não aguente uma carga
mais pesada. "O que determina não é a modalidade, mas a
intensidade aplicada em relação à frequência cardíaca",
esclarece o fisiologista Raul. Desse modo, uma caminhada
leve é um exercício aeróbico - e utiliza o metabolismo
aeróbio, ou seja, demanda oxigênio para obter energia -, já
uma corrida intensa pode ser considerada anaeróbica -
utilizando o metabolismo anaeróbio, processo que não pede
oxigênio para a obtenção de energia para a realização do
exercício.
Exercícios e longevidade
A caminhada é uma das mais democráticas. No caso da corrida,
as articulações e a coluna devem estar em dia. Já a natação
é um treino mais introspectivo, que não exige grandes
interações sociais. Para coletivos, vale prestar atenção em
futebol ou vôlei, mas sempre tomando cuidado com as
articulações e os possíveis impactos do esporte. Robson de
Bem, médico fisiatra da Associação Brasileira Beneficente de
Reabilitação (ABBR), também acrescenta nessa lista Pilates,
hidroginástica e ioga como boas atividades.
Cuidado com as lesões
Para evitar lesões, é de suma importância respeitar limites
do corpo, usar roupas e acessórios corretos, alimentar-se
corretamente, não exagerar na carga do exercício e nunca se
esquecer de aquecimento e alongamento. Quando esses cuidados
não são tomados, é comum que ocorram lesões de articulações
e coluna vertebral - e isso se refletirá na qualidade de
vida.
Fonte: Minha Vida
10 maneiras de prevenir e
controlar a hipertensão

Novos dados indicam que a doença atinge 23,3% dos
brasileiros
Nesse Dia Nacional da Hipertensão, o Ministério da Saúde
divulgou novos números sobre a doença: quase um quarto da
população brasileira é hipertensa (23,3%). Esse dado
diminuiu em relação ao ano passado (24,4%), mais ainda
representa um aumento se comparado aos últimos cinco anos,
já que em 2006 a proporção era de 21,6%.
A pesquisa, feita com 54.339 adultos, faz parte da
Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças
Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) e revela que o
diagnóstico de hipertensão é maior em mulheres - 25,5% - do
que em homens - 20,7%. A prevalência da doença também
aumenta com a idade, afetando mais de 50% das pessoas com 55
anos ou mais.
A hipertensão, conhecida como pressão alta, é uma doença
crônica que não tem cura, mas pode ser controlada.
"Normalmente, um paciente com pressão igual ou superior a
140/90mmHg é diagnosticado como hipertenso. Além disso, o
paciente tem de permanecer com a pressão mais alta do que o
normal", explica o cardiologista Enéas Rocco. Essa doença
pode desencadear males que envolvem o sistema circulatório,
desde um infarto até um derrame cerebral. Entretanto, há
hábitos de vida que implicam em pequenas mudanças que estão
totalmente ao alcance e podem blindar seu organismo. Confira
10 dicas para afastar essa doença silenciosa.
Um hábito prático e saudável: para afastar o perigo da
hipertensão, aposte nas caminhadas. Uma pesquisa da
Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP), da USP,
comprovou que a caminhada reduz a pressão arterial na
primeira hora e, o que é melhor ainda, essa queda se mantém
nas 24 horas subsequentes. Atividades físicas regulares,
principalmente as aeróbias, contribuem para a melhora de
todo o sistema circulatório e pulmonar. Só tome cuidado com
os exageros: antes de começar qualquer treino, procure um
especialista e faça uma avaliação geral.
Reduza (não elimine) o sal: o excesso de sal na dieta leva à
retenção de líquidos, acarretando a hipertensão. Por isso,
maneire na hora de temperar a comida e diminua o consumo de
enlatados e alimentos em conserva. Além disso, hoje existe
uma boa substituição: o sal diet pode ser útil na dieta do
hipertenso, substituindo parte do cloreto de sódio pelo
cloreto de potássio - e nisso, ele é duplamente benéfico,
por reduzir o sódio e por adicionar potássio, sendo esse
último um elemento muito importante na prevenção e no
tratamento da hipertensão arterial. Além dos cuidados em
relação ao consumo de sal, quem já apresenta a hipertensão
deve seguir uma dieta balanceada, privilegiando frutas e
verduras, carne magra, laticínios desnatados, grãos e
cereais.
Perdendo medidas: pesquisadores do Instituto de Nutrição da
UFRJ descobriram que um mal, muitas vezes esquecido, tem
grande influência na hipertensão: o acúmulo de gordura na
cintura. O indicador é sinal de alerta quando as medidas
ultrapassam 102cm para os homens e 88cm nas mulheres, pois
essa gordura abdominal duplica as chances de hipertensão,
infarto e diabetes. Para reduzir os alimentos gordurosos na
alimentação vale incluir frutas, verduras e legumes. Cortar
a carne não é preciso, mas dê preferência aos cortes magros
como filé mignon e músculo.
Beba com moderação: a redução da ingestão de álcool também
auxilia o controle da pressão arterial, porém não é
necessária a abstinência. Para não passar da conta, a
recomendação é a seguinte: a ingestão de bebida alcoólica
deve ser limitada a 30g álcool/dia contidas em 600 ml de
cerveja (5% de álcool) ou 250 ml de vinho (12% de álcool) ou
60ml de destilados (whisky, vodka, aguardente com 50% de
álcool). Este limite deve ser reduzido à metade para homens
de baixo peso, mulheres e indivíduos com sobrepeso e/ou
triglicérides elevados.
Apague o cigarro: o tabaco, em conjunto às outras
substâncias tóxicas do cigarro, eleva a pressão
imediatamente, além de comprometer toda a sua saúde a longo
prazo. "Parar de fumar é fundamental", alerta o professor de
Cardiologia da Santa Casa de São Paulo, Ronaldo Rosa. Isso
ocorre porque a nicotina do cigarro aumenta a pressão
arterial - o que não significa que fumar cigarros com baixos
teores de nicotina diminua consideravelmente o risco de
doenças cardíacas.
Conte até dez: o estresse aparece como resposta do organismo
às sobrecargas físicas e emocionais, desencadeando a
hipertensão e doenças do coração. Uma das doenças
relacionadas à estafa, ou seja, a doença mais conhecida como
fadiga, que causa dores musculares e cansaço físico
ocasionados principalmente pela combinação entre desgaste
excessivo (sem respeitar um tempo de descanso e recuperação)
e pela má alimentação. Nestes casos, o tratamento é uma
mudança radical na rotina e na alimentação. As dicas dos
especialistas são controlar s emoções e procurar incluir
atividades relaxantes na sua rotina.
Vitamina D sempre: um estudo realizado pela Universidade de
Michigan, nos Estados Unidos, revelou que 20% dos casos de
hipertensão em mulheres estão associados ao descontrole dos
níveis da pressão arterial em decorrência da falta de
vitamina D no organismo. A vitamina D pode ser encontrada em
alimentos como a manteiga, gema de ovo, fígado, entre
outros, mas sua principal fonte de absorção é a luz solar.
Com a falta da vitamina, o organismo feminino faz um esforço
três vezes maior para manter seu equilíbrio circulatório e
acaba sobrecarregando algumas funções como a irrigação das
artérias, o que gera um aumento na pressão e desconfortos,
como tontura e transpiração excessiva.
Monitore seu coração: avaliações regulares não só ajudam a
identificar o problema no começo, facilitando o tratamento,
como servem para adequar o uso de medicamentos de forma mais
eficaz. No mínimo uma vez por ano, todas as pessoas devem
medir a pressão arterial. A recomendação é da Sociedade
Brasileira de Hipertensão, que alerta para esse simples
exame como uma forma de prevenir problemas mais sérios. Quem
já possui a doença deve ir medi-la a cada mês e ir ao médico
a cada seis meses para verificar a medicação que está
tomando.
Benefícios adicionais do sexo: um estudo realizado pela
Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, sugere que fazer
sexo com certa frequência diminui os riscos de infarto
fatal. A pesquisa contou com a colaboração de três mil
homens de 45 a 59 anos de idade. De acordo com os
cientistas, os homens que afirmaram ter níveis baixos ou
moderados de atividade sexual ficaram mais expostos ao risco
de morte súbita. Eles descobriram que mesmo que a pressão
arterial suba durante as atividades sexuais, a pressão
subsequente é reduzida, mantendo uma relação de saúde para o
organismo, afastando o risco de infartos.
Tire as crianças da frente de TV: crianças que passam muito
tempo em frente à televisão têm mais chances de apresentar
elevação da pressão arterial independentemente do seu nível
de gordura corporal ou peso, de acordo com um estudo
publicado na revista científica Archives of Pediatric and
Adolescent Medicine. A pesquisa analisou a relação entre a
pressão arterial das crianças e sua escolha de passatempos
passivos, como assistir à TV, usar o computador e ler. De
acordo com os pesquisadores, ver TV é mais nocivo do que
jogar vídeo-game, por exemplo, porque a ação de jogar
demanda o mínimo de movimentos da criança. Enquanto a TV,
além de estimular o comportamento passivo, normalmente vem
associada ao consumo de guloseimas, como salgadinhos e
biscoitos, cheios de sal e gordura, que também contribuem
para o aumento da pressão.
Fonte: Minha Vida
Combata 11 transtornos
emocionais com exercícios

Mande para longe depressão, estresse, síndrome do pânico e
outros problemas
Por Carolina Gonçalves
Quando sentimentos como a raiva e a tristeza batem à porta,
a primeira reação pode ser pensar que não há muito que fazer
além de respirar fundo e esperar passar. Porém, pesquisas
científicas comprovam que a prática de exercícios físicos
pode ajudar - e muito - a prevenir ou até mesmo tratar
problemas que afetam as emoções. "A atividade física pode
combater a depressão, aumentar a libido e até melhorar
aautoestima", afirma o educador físico Fábio Miranda,
coordenador do Centro de Wellness do Instituto Wilson Mello,
em Campinas. Aproveite para levantar do sofá e reverter 11
problemas emocionais que você confere a abaixo.
Depressão
Segundos um estudo realizado pelo Centro Médico de
Southwestern, na Universidade do Texas (EUA), a prática de
exercícios aeróbicos regulares pode reduzir os sintomas de
depressão pela metade. A pesquisa acompanhou 80 pacientes
durante três anos e os dividiu em dois grupos: um fazia
treinamento aeróbico três ou cinco vezes por semana e o
outro praticava apenas exercícios de alongamento. O grupo
que praticou exercícios aeróbicos cinco vezes por semana
reduziu os sintomas em 47% após três meses de treinos. O
grupo que se exercitava três vezes por semana melhorou seus
sintomas em 30%.
Segundo Fábio Miranda, a atividade física proporciona
distração e convívio social, além de liberar substâncias
como endorfina e serotonina, responsáveis por melhorar o
humor. "Praticar esportes, seja de curta ou longa duração,
causa bem-estar mental e melhora psicológica na maioria das
pessoas", afirma o educador físico. Bastam 15 a 30 minutos
de exercícios em dias alternados para sentir os efeitos
positivos
Ansiedade
Pesquisadores da Southern Methodist University, nos Estados
Unidos, descobriram que pessoas com um quadro clínico de
ansiedade podem ter os sintomas reduzidos com atividade
física de intensidade moderada - 150 minutos de prática por
semana.
O educador físico e fisiologista do exercício Gustavo Lopes,
da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), afirma
que os mecanismos que comprovam essa relação ainda não estão
totalmente esclarecidos. "Mas tudo indica que a concentração
no treino ajuda a esquecer, por algum tempo, os problemas
geradores de ansiedade e isso já desponta como um grande
benefício", explica.
Pânico
O aumento da respiração e da frequência cardíaca que ocorrem
com a prática de exercícios pode ser familiar para aquelas
pessoas que sofrem com ataques de pânicom, já que sensação é
parecida. Entretanto, a atividade física regular parece ter
um efeito calmante em pessoas que tem o transtorno. Uma
pesquisa feita pela Universidade de Goettingen, na Alemanha,
e publicada na revista Psychosomatic Medicine analisou
pessoas com síndrome do pânico que apresentaram melhoras
significativas nos sintomas depois de fazer exercícios
aeróbicos todos os dias, durante três semanas. Segundo os
pesquisadores, o benefício ocorre por conta da liberação de
hormônios como a endorfina, que tem efeito calmante sob o
organismo.
Transtorno de estresse pós-traumático
Muitas pessoas passam por eventos traumáticos ao longo da
vida - como um acidente grave ou a morte de um ente querido.
Em alguns casos, esse trauma pode gerar o transtorno de
estresse pós-traumático, marcado por sequelas do
acontecimento, como pesadelos, agitação e flashbacks
perturbadores. Uma pesquisa preliminar da Universidade de
Hofstra, em Nova York, sugere que o exercício aeróbico pode
ajudar a reduzir esses sintomas, bem como depressão e
ansiedade.
Segundo os dados do estudo, as pessoas que foram
diagnosticadas com o transtorno apresentam melhoras e até a
cura dos sintomas após oito semanas de atividade física. O
fisiologista Gustavo Lopes explica que essa relação é a
mesma que acontece nos casos de ansiedade e depressão: "A
liberação de hormônios responsáveis pelo bem-estar, o fato
de esquecer os problemas e a disposição para se exercitar
impulsionam a pessoa a superar dificuldades psíquicas, como
o estresse pós-traumático".
Exercite sua autoconfiança
A disposição proporcionada pela atividade física pode dar
aquele empurrão extra para a realização de tarefas diárias
com muito mais eficácia. É o que afirma um estudo recente da
Universidade de Cardiff, no Reino Unido, que descobriu que
os praticantes de atividade física vigorosa têm níveis mais
elevados de autoconfiança - acreditam na sua capacidade de
obter sucesso em uma determinada situação. "As próprias
conquistas alcançadas na prática de exercício também geram
mais confiança, o que interfere de forma positiva na forma
como exercermos alguma atividade", explica Fábio Miranda.
Mau humor de inverno
Se você tem propensão à desordem afetiva sazonal, mais
conhecida como aquela moleza e o mau humor que chateiam
durante o inverno, pode apostar na atividade física para
driblar esses sintomas. Pesquisadores russos publicaram na
revista Psychiatric Research um estudo afirmando que usar
uma bicicleta ergométrica três vezes por semana, durante uma
hora, ajuda a amenizar a desordem afetiva sazonal, além de
controlar o apetite que aumenta nessa época e regular o
sono. "Durante qualquer atividade física, o corpo produz
hormônios responsáveis por te deixar mais disposto e
relaxado, o que contribui para combater o mau humor", afirma
Gustavo Lopes.
Estresse
Se você sabe que vai ter um dia ruim, a primeira coisa que
deve fazer é colocar roupa de ginástica e investir em
exercícios vigorosos. Esse é o conselho dos pesquisadores da
Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. Na pesquisa,
63 mulheres saudáveis foram divididas em dois grupos com
base em seus níveis de exercício durante um período de três
dias. Elas também foram submetidas a tomografias para
avaliar os níveis de estresse em cada uma. No final do
estudo, aquelas que fizeram 75 minutos por semana de
atividade física vigorosa sofriam um menor desgaste cerebral
decorrente do estresse do que aquelas que eram sedentárias.
A fisioterapeuta Camila Luisa Sato, especialista do Minha
Vida, alerta que o excesso de exercícios pode causar o
efeito contrário, prejudicando o corpo e causando lesões. "É
importante começar devagar e aumentar o período de treino e
a intensidade ao longo do tempo, sempre aos poucos, para
evitar lesões por sobrecarga", diz.
Autoestima
Exercitar-se regularmente pode mudar a maneira como você se
vê. Pesquisadores da East Carolina University, em Greenville,
Carolina do Norte, descobriram que um treinamento de força
proporciona melhoras significativas no autoconhecimento e na
autoestima, principalmente porque melhora o físico e faz a
pessoa sentir-se bem com o corpo. "O maior impacto acontece
com quem estava muito acima do peso e passa a se enxergar de
outra maneira depois de começar os esportes", diz Fábio
Miranda.
Estresse no trabalho
De acordo com uma pesquisa da Universidade de Tel Aviv, em
Israel, exercícios físicos ajudam a melhorar o humor no
ambiente de trabalho. O estudo foi publicado no jornal Daily
Mail e envolveu 1.632 trabalhadores israelenses saudáveis
dos setores público e privado. Os resultados mostraram que,
quanto mais ativa era a pessoa, menor a chance de ela
manifestar algum sentimento de estresse durante o trabalho.
A equipe que fez pelo menos 240 minutos semanais de
atividade exibiu praticamente nenhum sintoma, mas mesmo o
grupo que optou por 150 minutos também apresentou melhora na
autoestima e na capacidade de trabalho.
Raiva
Pesquisadores da Universidade da Geórgia, nos Estados
Unidos, descobriram que exercícios físicos pela manhã podem
amenizar comportamentos agressivos no decorrer do dia.
Segundo os especialistas, os exercícios agem como uma droga,
protegendo contra a indução da raiva.
No estudo, um grupo de jovens assistiu a apresentações de
imagens que evocam raiva - incluindo do movimento Ku Klux
Klan, de Hitler e de crianças desnutridas. Metade dos
participantes fez 30 minutos de ciclismo antes da exibição e
a outra metade fez a mesma quantidade de atividade física
após assistir às cenas.
Em uma escala de raiva crescente de 20 pontos, os
participantes que se exercitaram apresentaram crescimento de
seis pontos para sete após ver as imagens provocadoras. Na
ausência de exercícios prévios, essa taxa passava de oito
para 10 pontos. De acordo com Fábio Miranda, a raiva e o
comportamento agressivo estão associados a baixos níveis de
serotonina, substância que é produzida durante e após a
prática de exercícios.
Depressão pós-parto
Exercícios físicos parecem funcionar como uma terapia para
mulheres que sofrem de depressão pós-parto, de acordo com um
estudo feito pela Universidade de Melbourne, na Austrália. A
pesquisa foi publicada na revista Physical Therapy e
acompanhou mais de 160 mães que haviam acabado de deixar a
maternidade. Um terço desse grupo fez uma rotina de
exercícios de uma hora por semana, durante oito semanas. O
segundo grupo recebeu apenas instruções em forma de
anotações e o último grupo não recebeu acompanhamento.
Depois de analisar os resultados, os estudiosos concluíram
que houve uma melhora significante nos testes de sintomas de
depressão do primeiro grupo - e os resultados se mantiveram
após um mês do final do acompanhamento. O número de mães
identificadas com possibilidade de desenvolver a depressão
pós-parto caiu em 50% no grupo ativo.
Cultive o bom humor com sete
hábitos

Mude algumas formas de lidar com as situações
estressantes do dia a dia
Exibir um sorriso, mas espumar de nervosismo por dentro,
está longe de ser uma atitude saudável. Suas emoções
precisam ter vazão ou há o risco de que elas comecem a se
refletir em problemas físicos, desde dores nas costas até
taquicardia ou falta de ar, por exemplo.
Não banque o palhaço com você mesmo: o bom humor precisa ser
sincero. "Ele é um jeito de encarar a vida, uma postura
positiva e aberta para enfrentar o que vier com mais
disposição", afirma a psicóloga Marina Vasconcellos,
especialista em psicodrama.
Aprenda a levar a vida de forma mais leve, usando o humor a
seu favor, sem que o sorriso fique apenas na aparência.
Não fuja de situações frustrantes
Fingir que não existe sofrimento pode até deixar seu bom
humor intacto por um tempo. Mas os momentos frustrantes não
deixam de existir simplesmente porque você fugiu deles. Use
essas situações para amadurecer e encarar os desafios com
mais facilidade. "As frustrações são oportunidades para o
crescimento pessoal, mas cabe a cada um tomar o cuidado de
não desperdiçar essas chances", afirma a psicóloga Márcia
Cavalieri, de Ribeirão Preto.
Permita-se errar
Não é pra viver pessimista, mas para considerar que há
sempre ao menos duas possibilidades, e uma delas pode ser
diferente da sua expectativa. Com esse preparo emocional, as
chances de você ficar de mau humor com o pior resultado
diminuem. "É preciso sonhar e desejar, mas sem deixar de
lado as reais possibilidades. Assim a frustração deixa de
ser um peso tão grande", afirma Márcia.
Organize a sua rotina
Com organização, é possível se programar melhor para dar
conta de todas as tarefas. "O planejamento ajuda a evitar
aflições ou crises de desespero por não conseguir cumprir os
prazos ou por esquecer alguma atividade em meio à falta de
prioridades", afirma a psicóloga Marina Vasconcellos. "Tudo
isso traz uma rotina mais tranquila e, como consequencia, o
bom humor."
Comemore cada pequena conquista
Quem imagina a felicidade como uma sequencia permanente de
grandes emoções pode viver frustrado buscando isso a vida
inteira. "Os momentos simples precisam ser mais valorizados,
assim, naturalmente, você passa a cultivar mais o sorriso, o
bom humor. Fica mais fácil reconhecer o que trás felicidade
em vez viver em busca dela", afirma a psicóloga Marina.
Aprenda com os erros
Depois que o erro já foi cometido, o mau humor não ajuda em
nada. A psicóloga Marina Vasconcellos propõe que você deixe
de considerar o erro como o fim de tudo, algo que desanima e
leva à desistência frente a um objetivo. "Em vez de se
irritar, pense como reagir em uma próxima ocasião, quando
algo sair do programado ou esperado", afirma a profissional.
Esvazie a cabeça
O excesso de pensamento negativo não dá espaço para o bom
humor. Procure se esforçar para pensar no problema por um
determinado período, concentrando as suas energias para
resolvê-lo. Mas depois mude o foco e pense em outras coisas,
sua saúde mental vai agradecer. "Não há contribuição maior
para o bom humor do que a capacidade de resolver os próprios
problemas em vez de permanecer se lamentando deles", diz
Márcia.
Dê risada!
Quando damos gargalhadas, os níveis de cortisol e adrenalina
- hormônios do estresse - baixam. Além disso, o cérebro
passa a produzir endorfina, hormônio que deixa o corpo mais
relaxado. Mas a risada precisa ser sincera, por isso,
procure situações prazerosas que permitam você passar mais
tempo descontraído.
Fonte: Minha Vida
Confira dicas de médicos
para amenizar dores e doenças

Foto: Getty Images
Confira a seguir dicas simples para cuidar da sua saúde,
indicadas por médicos fora do consultório.
Enxaqueca:beba dois litros de água.
Andrew Dowson, diretor do setor de dor de cabeça do Hospital
da faculdade London Kingston, começou a ter sintomas de
enxaqueca em um ônibus - se sentiu enjoado e sensível à luz.
Ele bebeu dois litros de água em cinco minutos e acabou com
o problema."Acho que beber um grande volume de água, muitas
vezes, repele um ataque", disse.
Dores nas costas: alongue-se em uma porta.
Brian Hammond, osteopata e quiroprático, começou a sentir
dores nas costas aos 25 anos. O problema era tão grave que
ele precisou colocar um apoio para entrar e sair do carro.
Para melhorar, ele passou a fazer massagens com extrato de
raiz de confrei. Alongar a coluna em uma porta também ajuda.
Rinite alérgica: use vaselina
Mike Markiewicz, pediatra no Hospital Cromwell Bupa em
Londres, tem rinite alérgica desde os quatro anos de idade.
Para melhorar, ele passa vaselina dentro das narinas;
colocar o nariz em água salgada também ajuda. Existem vários
anti-histamínicos que ajudam no combate à alergia.
Dor de ouvido: use uma bolsa pequena com água quente.
A farmacêutica Angela Chalmers tem dor de ouvido quando o
tempo esfria. Ela coloca a bolsa sobre o ouvido e o problema
é solucionado. Tomar ibuprofeno também ajuda na dor de
ouvido. O conselho da farmacêutica é, caso o incômodo
permaneça, procurar um médico.
Tosse ou resfriado: vá para cama duas horas mais cedo.
Segundo o porta-voz do Royal College, Graham Archard, se a
pessoa fica muito cansada, está mais propensa a pegar
resfriado. Quando se tem um sono de má qualidade, o sistema
imunológico fica afetado e é mais fácil adoecer.
Menopausa: prepare-se para alterar o seu estilo de vida.
Marilyn Glenville, autora de soluções naturais para a
menopausa e nutricionista especializado em saúde da mulher,
disse que tinha três filhos e começou a se preparar com a
menopausa aos quarenta e poucos anos. Ela passou a se
alimentar de forma mais saudável e tomar multivitamínico e
remédios fitoterápicos.
Tentando ter um bebê: esqueça a obrigação.
Zita West, especialista em fertilidade e parteira, afirmou
que aos cinquenta e poucos anos engravidou, sem planejar
isso. O conselho dela é ser paciente, pois uma mulher pode
levar 12 meses para gerar m filho. Quando as tentativas
ficam muito assíduas, o sexo pode ficar mecânico, segundo
ela, é importante resgatar o desejo e prazer
descompromissado na cama. Uma alimentação saudável também é
importante.
Fonte: Terra
Sete maneiras inusitadas
para evitar linhas de expressão

Dormir de barriga para cima e usar óculos são alguns dos
hábitos que previnem rugas
Você acha que só os cremes são capazes de evitar os sulcos e
linhas finas que se formam no rosto, colo e pescoço? Saiba
que os movimentos faciais carregados de tensão ou a posição
que você dorme também contribuem para a formação de rugas.
Ao fazer força na musculação, por exemplo, é comum contrair
a face e colocar a tensão nos músculos errados. Além disso,
algumas emoções ou um tique nervoso nos fazem franzir a
testa, puxar a boca para baixo ou torcer o nariz.
"O que piora as rugas e os sulcos são os movimentos
involuntários e repetitivos", explica a especialista em
ginástica facial Bartira Bravo, de São Paulo. E, sem que
você perceba, sua pele vai ficando com uma fisionomia mais
cansada.
Mas você não precisa deixar de se expressar para manter a
pele lisinha. Basta evitar a sobrecarrega os músculos.
Confira as dicas abaixo para aprender a fazer isso e deixar
sua pele jovem por mais tempo.
Durma de barriga para cima
Dormir com a cara enfiada no travesseiro ou até mesmo de
lado, comprimindo a lateral do rosto, pode favorecer a
formação de linhas de expressão. "Passar oito horas por dia,
por vários e vários anos, na mesma posição causa as chamadas
rugas de travesseiro" explica a dermatologista Maria Paula
Del Nero, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
Deitar-se de lado provoca a formação de sulcos no queixo e
bochecha. "Isso explica porque algumas pessoas têm mais
rugas de um lado do rosto", lembra a especialista. A região
do colo e pescoço também sofre com essa posição, pois também
há a sobrecarga da musculatura. Já dormir de bruços
predispõe às marcas na testa. Principalmente em quem já tem
a pele e a musculatura do rosto mais flácidas.
Dormir de barriga para cima e caprichar na hidratação dessas
áreas garante que a pele acorde e permaneça lisinha.
Você precisa de óculos?
Você é daqueles que fica franzindo os olhos na frente do
computador? Saiba que além de prejudicar sua visão esse
hábito pode aumentar suas linhas de expressão.
"Quando você tem um problema de vista e não usa os óculos
corretamente, a tendência é ajustar o ângulo de visão
fechando as pálpebras e contraindo os músculos da face,
principalmente da testa" explica Maria Paula. Com o tempo
essas marcas se tornam permanentes.
A solução é bastante simples: basta consultar um
oftalmologista, escolher os óculos ideais e parar de fazer
careta.
Olha o sol!
As rugas pela falta de óculos de sol surgem da mesma maneira
que as marquinhas pela falta de óculos de grau. "Nesse caso,
as linhas de expressão tornam-se mais evidentes porque os
músculos se tensionam para deixar os olhos semicerrados e
protegidos da radiação solar", explica Bartira Bravo.
Comprar um óculos de sol de boa qualidade, que impede que
você tencione seus músculos e protege seus olhos da
radiação, já resolve o problema.
Pare de fumar
O cigarro libera inúmeras substâncias que causam o
envelhecimento precoce da pele. As toxinas liberadas na
corrente sanguínea destroem as fibras de colágeno,
responsáveis pela sustentação da pele.
"Mas, além disso, fazer biquinho por muitos anos causa a
formação de rugas ao redor da boca, típicas de fumantes",
explica Maria Paula.
Essas linhas são causadas pela movimentação frequente da
musculatura que contorna os lábios, e acaba deixando a pele
marcada. "Cerca de 80% das pessoas que fumam acabam tendo
essas rugas ao redor dos lábios", aponta a dermatologista.
Libere as tensões
A testa é um ponto em que a tensão é descarregada com
frequência. "Essa emoção causa uma contração bastante
intensa do músculo, capaz de deixar a pele marcada com o
passar dos anos", explica Bartira Bravo.
Ao contrário, rir bastante promove uma contração mais leve
da musculatura facial e ainda libera endorfinas, hormônio
que dá vitalidade à pele. A ginástica facial também é
aliada, pois tonifica a musculatura e evita rugas de
flacidez.
Vá ao dentista
Uma mordida muito forte, causada por disfunções da
articulação da mandíbula, pode cansar a musculatura facial
com o tempo e causar a formação de rugas de expressão.
"Nesses casos, a primeira coisa a fazer é procurar um
dentista especializado, para depois tentar atenuar as
marquinhas que você já tem", orienta Bartira.
Cuidado com os esforços
"Ao fazer algum movimento que demande um grande esforço,
como a musculação ou o abdominal, é praticamente inevitável
fazer uma careta. Se você faz isso com frequência, a pele
tende a ficar com as marcas desse esforço", explica Maria
Paula. "Apesar de ser um ato tanto quanto reflexo, ao criar
a consciência do gesto, fica mais fácil impedi-lo", comenta
a especialista.
Fonte: Minha Vida
Dor de cabeça no verão:
conheça as causas e saiba como se prevenir

Calor excessivo e longas viagens são alguns dos fatores que
desencadeiam as crises .
Sentir dor de cabeça durante o verão é mais comum do que
você imagina . Nessa estação, alguns fatores podem estar
provocando suas crises, como calor excessivo, viagens
prolongadas, alimentação inadequada e exagero no consumo de
bebida alcoólica.
De acordo com uma pesquisa realizada pelo Centro Médico Beth
Israel Deaconess, nos Estados Unidos, envolvendo sete mil
pacientes, a incidência de dores na cabeça causadas por
enxaqueca, tensão ou outras causas crescem em cerca de 7,5%
para cada 5°C a mais na temperatura. Entretanto, não é só o
calor que influencia a incidência das crises. Outros fatores
ambientais como pressão, umidade e poluição do ar também
podem causar as dores. A explicação para o surgimento da dor
de cabeça é simples: o calor costuma causar desidratação e
ela desequilibra o processo de entrada e saída de sódio e
potássio das células, causando um distúrbio no metabolismo
que facilita a cefaleia. A seguir, conheça as principais
causas de dor de cabeça no verão e como combatê-las.
Excesso de sol e calor
De acordo com a neurologista e neuropediatra, Thaís Villa,
pessoas que sofrem com dores de cabeça, principalmente a
enxaquecas, já costumam a apresentar crises em razão da
exposição ao sol ou qualquer luminosidade excessiva, ou por
causa das variações bruscas de temperatura. No verão, esses
fatores ficam ainda mais evidentes.
A especialista recomenda evitar exageros na exposição ao sol
e calor nessa época, se possível, evitando os horários de
pico de sol e, quando não tiver jeito de escapar, invista em
óculos escuros, chapéus ou sombrinhas.
Viagens demoradas
Durante as viagens longas, ficamos expostos a vários
desencadeantes como a própria movimentação do carro, ônibus,
e avião (principalmente, no caso de viagens internacionais),
altas temperaturas e jejum prolongado.
"Procure se hidratar bem, fazer lanches a cada três horas e
se mexer de vez em quando para andar um pouco (até mesmo no
avião). E se ainda assim tiver muito desconforto, procurar
ajuda médica antes da viagem para receber orientação
especializada", adverte a neurologista Thaís Villa
Excessos na alimentação ou jejum prolongado
Comer de mais e de menos. Os dois hábitos são prejudiciais.
Bebidas alcoólicas e alimentos ricos em açúcar, gorduras,
corantes e cafeína são conhecidos como gatilhos de dor de
cabeça. Porém, segundo a especialista Thaís Villa, o jejum
prolongado é um provocador ainda mais importante. No caso do
álcool, essas crises ocorrem em pessoas predispostas à dor
de cabeça, e no caso do jejum ou excessos na alimentação, a
variação dos níveis de açúcar no sangue, causando a dor.
A neurologista indica como prevenção fazer uma alimentação
equilibrada, cuidando para fazer os pequenos lanchinhos
entre as refeições, a cada quatro horas. Além disso, é
sempre bom evitar o exagero das bebidas álcool.
Alteração na rotina do sono
O horário de verão ou a adaptação a outro fuso horário
também podem desencadear dores de cabeça. "A mudança de
rotina, principalmente com a alteração na qualidade do sono
(dormir mais ou menos), pode provocar cefaleia em pessoas
predispostas", ressalta a neuropediatra Thaís Villa.
Para não ser tão afetado com a mudança de horário o melhor é
se programar. Uma semana antes do horário de verão, por
exemplo, durma e acorde uma hora mais cedo, pois isso ajuda
na adaptação do corpo para quando o relógio for oficialmente
adiantado. Mas quando o destino é um outro país, é bom se
preparar para encarar um inimigo do organismo: o "jet leg".
Trata-se de um certo desconforto sentido com as viagens mais
longas e provocado pela mudança de fuso horário.
Quando procurar um médico?
Segundo a neurologista Thaís Villa, quando os ajustes na
rotina não estão conseguindo prevenir as crises de dor de
cabeça, se elas são intensas, e principalmente, se
aconteceram mais que três dias por mês, nos últimos meses, é
hora de uma avaliação com um especialista.
Fonte: Minha Vida
Conheça oito benefícios da
vitamina C para a sua saúde

Redução dos sintomas da gripe e combate ao estresse são
algumas das vantagens
Se você não inclui uma alimentação rica em vitamina C no seu
dia a dia, é melhor repensar seus hábitos. Obtido facilmente
pela alimentação ou até por meio de suplementos vitamínicos,
esse nutriente é essencial. Sua carência causa uma doença
fatal, o escorbuto, cujos sintomas são inchaço, dores nas
articulações, hemorragia nas gengivas e feridas que não
cicatrizam.
Além de fazer parte do grupo de vitaminas necessárias para o
bom funcionamento do organismo, a vitamina C protege contra
baixa imunidade, doenças cardiovasculares, doenças dos olhos
e até envelhecimento da pele. Segundo a nutróloga Daniela
Hueb, ela também ajuda a fortalecer os vasos sanguíneos e a
regular os níveis de colesterol.
Boas fontes dessa vitamina são frutas cítricas - como
laranja, limão e abacaxi -, verduras em geral, salsa,
maracujá, frutas silvestres, morango, tomate, entre outras.
A seguir, você confere bons motivos para inserir esses
alimentos no seu cardápio, além de dicas de cuidados e
combinações necessárias para aproveitar melhor a vitamina C:
1-Reduz os sintomas de gripes e resfriados
Quando se trata de um resfriado comum, a vitamina C não
funciona como uma cura. Entretanto, alguns estudos mostram
que tomá-la para gripes e resfriados pode reduzir o risco de
desenvolver pneumonia e infecções pulmonares. De acordo com
Daniela, a vitamina C está relacionada com a redução da
gravidade dos sintomas e dos dias de duração da doença.
"O poder da vitamina C foi ressaltado pelo pesquisador Linus
Pauling, duas vezes ganhador do Prêmio Nobel, em 1954 e
1962", conta a nutricionista do Minha Vida, Roberta Stella.
Ele pregava que altas doses da vitamina agia contra gripes e
resfriados. Desde então, o assunto é controverso, mas
Roberta lembra que a vitamina C é um nutriente que, em
conjunto com diversos outros, faz parte do sistema
imunológico, sendo essencial para o nosso sistema de defesa.
2-É eficiente contra o estresse
Uma pesquisa alemã mostrou que a vitamina C é benéfica para
os indivíduos cujo sistema imunológico foi enfraquecido
devido ao estresse - complicação muito comum em nossa
sociedade.
Os pesquisadores submeteram 120 pessoas a momentos
estressantes: falar em público e resolver problemas de
matemática. Metade delas receberam 1.000 mg de vitamina C.
Como resultado, os principais sinais de estresse, como os
níveis elevados de do hormônio cortisol e da pressão
arterial, foram significativamente maiores naqueles que não
receberam o suplemento vitamínico.
Já os participantes que receberam a vitamina C relataram que
se sentiram menos estressados. Isso acontece porque a
vitamina cessa a secreção de cortisol, que é o hormônio
liberado pela glândula adrenal - em resposta ao estresse - e
responsável por transmitir essa "notícia" do estresse para
todas as partes do corpo.
Além disso, a nutróloga Daniela Hueb explica que a vitamina
melhora o humor, uma vez que estimula a produção de
triptofano, precursor da serotonina, hormônio responsável
pelo bem-estar e pela disposição.
3-Combate o envelhecimento da pele
A Vitamina C também traz benéficos às células no interior e
no exterior do corpo. Um estudo publicado no American
Journal of Clinical Nutrition examinou as relações entre a
ingestão de nutrientes e o envelhecimento da pele em 4.025
mulheres, com idade entre 40 e 74 anos. Foi constatado que a
ingestão de vitamina C mais elevada estava associada a uma
menor probabilidade de ter uma aparência enrugada e a pele
ressecada.
Segundo a especialista Daniela Hueb, o ácido ascórbico -
substância contida na vitamina C - é um excelente
antioxidante, que combate os radicais livres e previne o
envelhecimento das células, além de ter um efeito clareador
sobre a pele.
A vitamina C pode vir em formas manipuladas como hidratantes
para o rosto, com filtro solar que ajuda a prevenir
eventuais manchas na pele. Ela também pode ser ingerida em
forma de cápsula, gelatinas ou shakes. "É importante, antes
de escolher como incluir a vitamina C em sua rotina, não
esquecer que ela está presente em alimentos ricos nessa
fonte e que devem ser consumidos diariamente e, claro,
sempre com acompanhamento médico", adverte a nutróloga.
4-Aumenta a absorção de ferro
Esse nutriente é capaz de aumentar a absorção de ferro,
obtido pelos alimentos de origem vegetal - como verduras e
feijões -, prevenindo a anemia. De acordo com a
nutricionista Roberta Stella, devido à sua característica
antioxidante, a vitamina C consegue modificar a estrutura
química do mineral para uma forma mais fácil de ser
absorvida pelo organismo.
Roberta afirma que a recomendação diária de vitamina C é de
90 mg para os homens e 75 mg para as mulheres. Ela é
facilmente obtida quando a alimentação é adequada. Confira a
quantidade do nutriente em alguns alimentos:
Uma fatia grande de abacaxi = 115,9 mg
Uma acerola = 164,3 mg
Uma unidade grande de chuchu = 74,4 mg
Uma unidade média de mamão papaya = 142,6 mg
Uma laranja grande = 135,8 mg
5-Diminui crescimento de tumores
Um estudo publicado pela revista americana Proceedings of
the National Academy of Sciences analisou os efeitos da
Vitamina C em tumores cancerosos, e concluiu que ela pode
desempenhar um papel fundamental na redução do crescimento
desses tumores.
A pesquisa mostrou que, quando ingerida em altas doses, a
vitamina pode apresentar um efeito de pró-oxidação,
diferente do seu efeito mais conhecido que é a atividade
antioxidante. Essa constatação levantou a hipótese de que o
efeito pró-oxidante pode gerar radicais livres e peróxido de
hidrogênio, o que provocaria a eliminação das células do
tumor.
6-Evita doenças oftalmológicas
Um estudo americano, feito pelo National Institutes of
Health, descobriu que certas vitaminas e sais minerais,
quando consumidos em conjunto diariamente, podem ajudar a
evitar a perda de visão relacionada à idade. Este coquetel é
composto por vitamina C (500 mg), vitamina E (400 UI),
betacaroteno (15 mg), zinco (80 mg) e cobre (2 mg).
7-Reduz o risco de derrames
Pessoas com maiores concentrações de vitamina C no sangue
podem ter um risco menor de acidente vascular cerebral
(AVC), de acordo com um estudo publicado no American Journal
of Clinical Nutrition. Os participantes que tinham esse
nutriente em grandes quantidades tiveram um risco 42% menor
do que aqueles com baixas concentrações no organismo.
Segundo os autores, as razões para isso não estão
completamente esclarecidas, mas eles afirmam que pessoas que
comem muitas frutas e verduras têm níveis sanguíneos
elevados de vitamina C, o que pode aumentar a prevenção
contra derrames.
8-Suplementos de vitamina C
Como todo medicamento, é preciso consultar um especialista
antes de tomar a iniciativa de ingerir suplementos da
vitamina. A nutricionista Kelly Balieiro, do Laboratório da
Mulher Femme, diz que a deficiência é comum na gestação -
devido ao surgimento da doença hipertensiva e pré-eclampsia
- e em fumantes, que necessitam de mais vitamina
antioxidante para combater os radicais livres ocasionados
pelo fumo.
No entanto, mesmo nesses casos, nem sempre é preciso
recorrer a suplementos. "Pelas fontes alimentares,
conseguimos obter boa parte das necessidades diárias ou até
em excesso. A ANVISA se limita a 1000mg/dia como consumo
máximo seguro da vitamina C. Abusar desse nutriente pode
provocar diarréia osmótica, distúrbios gastrointestinais,
aumento da excreção de oxalato - responsável pela formação
de cálculo renal - e aumento da excreção de ácido úrico",
conta Kelly.
Fonte: Minha Vida
Confira alimentos que
combatem seu tipo de estresse

Foto: Getty Images
Um dos efeitos colaterais do estresse crônico é a
dificuldade para perder peso. E a maneira como o seu corpo
lida com o estresse pode fornecer as pistas para ajudá-lo a
se tornar mais calmo e mais magro. O livro The De-stress
Diet, de Charlotte Watts e Anna Magee, ensina como
identificar o seu tipo de problema e, então, indica os
alimentos e hábitos benéficos. Se você responder "sim" a
três ou mais perguntas de um dos itens abaixo, basta
conferir as recomendações das especialistas para ficar mais
magro, calmo e saudável em 2012. Os dados são do jornal
Daily Mail:
Inchado e estressado
1 - Costuma sentir-se inchado depois de comer?
2 - Tem a síndrome do intestino irritável e os sintomas
pioram quando está estressado?
3 - Tem sensibilidade a alguns alimentos?
4 - Tomou a longo prazo medicamentos, como esteroides,
anti-inflamatórios e antibióticos?
5 - É propenso a dores de cabeça?
6 - Sua dieta é rica em açúcar e carboidratos refinados?
Explicação: se esse é o seu tipo de estresse, muitos de seus
problemas são causados pela insuficiência de bactérias
benéficas no intestino, provocando desejo por açúcar, ganho
de peso e incômodos digestivos.
Dicas: aumente a ingestão de prebióticos naturais, que
ajudam a promover as boas bactérias. São encontrados em
vegetais (especialmente chicória, banana, alho, cebola e
alho-poró) ou suplementos. Tome cápsulas de enzimas
digestivas no início de cada refeição. Reduza açúcares,
álcool e cafeína. Coma devagar e mastigue bem.
Ligado e estressado
1 - Sente-se em estado de alerta constante?
2 - Reage rapidamente a eventos estressantes?
3 - Luta para relaxar?
4 - Sente-se sob pressão para tomar conta das coisas?
5 - Sente-se cada vez mais incapaz de lidar com os
problemas?
6 - É propenso a mudanças de humor ou tem tendência à
irritabilidade?
Explicação: esse é um dos tipos mais comuns de estresse e é
particularmente prejudicial em longo prazo, porque desgasta
a pessoa física e mentalmente. As glândulas adrenais (que
controlam muitos hormônios do estresse) estão em sobrecarga,
provocando aumento de apetite.
Dicas: ingira proteínas (ovos, carne ou peixe), gorduras
saudáveis e vegetais. Considere tomar suplementos que
contenham zinco, ferro, vitamina B, vitamina C, iodo e
magnésio. Não ignore o cansaço. Tente descontrair à noite e
respirar lentamente por alguns minutos pela manhã ou antes
de dormir. Evite atividades competitivas.
Frio e estressado
1 - Costuma queixar-se de sensação de frio quando os outros
consideram a temperatura agradável?
2 - Tem má circulação e é propenso a retenção de líquidos?
3 - Seu cabelo ficou ralo e está perdendo os cantos de suas
sobrancelhas
4 - Costuma ter dificuldade para se concentrar?
5 - Tem cada vez menos energia?
6 - Está rouco?
7 - Acorda desvigorado?
Explicação: esses sintomas são frequentemente sinais de que
o estresse está atrapalhando a glândula tiroide (que
controla o metabolismo).
Dicas: saboreie menos açúcar e carboidratos refinados. Corte
álcool e café. Não economize tempo com exercícios. Lance mão
de proteínas e folhas verdes, porque contêm um aminoácido
chamado tirosina, que ajuda a tireoide a produzir tiroxina,
que revigora o metabolismo. Evite repolho cru, brócolis,
couve-flor e couve, já que podem interferir na função da
tireoide. Coma alimentos que aquecem, como gengibre,
pimenta, chá-verde, açafrão e wasabi.
Doente e estressado
1 - Está propenso a febre, asma, eczema, artrite ou
psoríase?
2 - Apresenta infecções frequentes de ouvido, nariz e
garganta?
3 - Tem tendência a retenção de líquidos e oscilações de
peso?
4 - Está propenso a dores de cabeça?
5 - Tomou por longo prazo medicamentos esteroides,
anti-inflamatórios e antibióticos?
6 - Sua dieta é rica em açúcar e carboidratos refinados?
7 - Tem osteoporose, doenças do coração ou problemas nas
articulações?
Explicação: esses sintomas podem indicar que o sistema
imunológico está prejudicado. Isso acaba com a energia e
suprime os hormônios da satisfação do apetite, tornando a
perda de peso particularmente difícil.
Dicas: reduza o consumo de açúcar para diminuir as reações
inflamatórias.Aumente a ingestão de alimentos ricos em
vitamina C, vitamina E, betacaroteno, além de bioflavonoides
e polifenóis encontrados em especiarias, chás, alho, vinho
tinto e chocolate amargo. Invista em frutas e vegetais para
garantir que não fique desidratado. Suplemento de ômega 3
pode ajudar. Evite exercícios que exijam muito do sistema
cardiovascular. Prefira corrida branda ou caminhada.
Hormonal e estressado
1 - Apresenta TPM ou problemas menstruais?
2 - Tem endometriose, ou síndrome do ovário policístico?
3 - Sente vontade de ingerir açúcar no período
pré-menstrual?
4 - Tem fases de irritabilidade, choro e pensamentos
negativos?
5 - Apresenta sintomas de menopausa?
6 - Tem problemas de fertilidade?
7 - Usou ou usa contracepção hormonal por anos?
Explicação: esse tipo de estresse afeta as mulheres por
conta da instabilidade hormonal e costuma levar ao ganho de
peso na parte inferior, como quadril e coxas.
Dicas: reduza o consumo de álcool, pois pode aumentar a
circulação de estrogênio e piorar a TPM. Carne, ovos e
laticínios tendem a perturbar o equilíbrio hormonal. Coma
soja fermentada e muita fibra, para assegurar a eliminação
eficaz de excesso de hormônios por meio do intestino.
Exercite-se diariamente.
Cansado e estressado
1 - Acorda se sentindo cansado?
2 - Tem quedas de energia?
3 - Confia no açúcar e na cafeína para mantê-lo ativo?
4 - Sente a cabeça confusa?
5 - Fica exausto à noite?
6 - Dorme mal?
7 - Apresenta retenção de líquidos?
Explicação: se tem o tipo de estresse "ligado" por um tempo,
pode facilmente chegar ao tipo "cansado". O resultado são
falhas que o deixam incapaz de funcionar sem açucar e
estimulantes.
Dicas: deixe de lado açúcar, café, álcool e cigarros.
Invista em suplemento multivitamínico e mineral para
aumentar ferro, vitaminas B e C, e magnésio. Coma mais carne
vermelha, peixe, ovo, espinafre e agrião (todos ricos em
ferro), além de aves, leite, tofu e cogumelos (vitamina
B12). Hidrate-se com a ingestão de frutas e vegetais. Faça
atividade física para reduzir os hormônios do estresse.
Desmotivado e estressado
1 - Costuma sentir como se não pudesse ser incomodado para
fazer algo?
2 - Tem tendência a depressão?
3 - Lança mão de açúcar e carboidratos refinados para
sentir-se confortável?
4 - Sente vontade de comer em excesso em alguns momentos?
5 - Dorme mal?
6 - Você está propenso a desordem afetiva sazonal (depressão
de inverno)?
Explicação: não se culpe pela falta de força de vontade. O
estresse esgotou os hormônios de bem-estar (serotonina e
dopamina). Baixos níveis estão ligados à depressão e torna o
paciente sucetível a comer "besteiras".
Dicas: tome suplemento de ômega 3 para aumentar a
receptividade rosangelaà serotonina e à dopamina. Coma
proteínas para garantir o fornecimento constante de energia
para o cérebro. Reponha as bactérias probióticas do
intestino com iogurtes e corte o açúcar. Faça exercícios ao
ar livre. Aposte em rir, ouvir música, conviver, fazer sexo.
Fonte: Terra
Previna-se contra a
desidratação e enfrente o calor com mais ânimo

O sol e as bebidas alcoólicas aumentam o risco da perda
excessiva de líquidos
A cerveja gelada é um antídoto natural contra o calor. Na
praia, aparece como uma das primeiras opções na hora de
refrescar a garganta. Pouca gente sabe, no entanto, que o
álcool é gatilho certo para a desidratação. "Ela ocorre
quando há perda aguda de água e de sais minerais do
organismo, especialmente nas diarréias e nos vômitos",
explica a nutricionista do MinhaVida, Karina Gallerani.
O problema pode surgir em vários graus, todos eles bastante
perigosos para a saúde. "Os sinais de desidratação variam
conforme sua intensidade. Sintomas como aumento da sede,
irritabilidade, diminuição do volume de urina, perda de
elasticidade da pele e olhos fundos precisam ser
identificados o mais breve possível. Nos casos mais graves,
o quadro pode ter crises de torpor, pressão baixa e ausência
de urina", afirma a especialista. "O excesso de exposição ao
sol também pode provocar desidratação, além dequeimaduras e,
em longo prazo, câncer de pele".
O álcool provoca desidratação ao inibir a secreção do ADH, o
hormônio antidiurético liberado para barrar a saída de água
(do sangue para a bexiga). Por isso, quando você bebe, a
água continua sendo descartada (mesmo que haja uma baixa
quantidade de líquidos no sangue). "Além disso, o álcool não
combina com o verão porque tem muitas calorias. O pior disso
é que são calorias vazias, ou seja, que não trazem nenhum
benefício ao organismo", afirma Karina.
As bebidas alcoólicas possuem baixo poder nutritivo e não
fornecem nenhuma das substâncias requeridas para o bom
funcionamento do organismo, como proteínas, vitaminas ou
outros nutrientes. Outro problema que surge com a bebedeira
é a hipoglicemia (baixa taxa de glicose, ou de açúcar, no
sangue).
Em uma situação normal, quando seu nível de glicose cai
muito, o fígado repõe a substância transformando o
carboidrato estocado no organismo (glicogênio) em glicose, e
evita a hipoglicemia. Mas não é isso que acontece quando o
álcool também está presente no organismo. "Quando o álcool
entra no sistema digestivo esse processo é prejudicado,
porque o fígado fica ocupado em eliminar a bebida,
considerada tóxica pelo corpo. Ou seja, o fígado não
produzirá glicose até que termine de expelir a última gota
de álcool do sangue. Então o órgão que deveria viabilizar
energia para o organismo estará ocupado em metabolizar o
etanol", diz Karina.
E o problema fica ainda maior se você estiver fazendo algum
tipo de exercício físico. "Nesse caso, o corpo perde ainda
mais água e sais pelo suor. Isso, associado ao consumo de
álcool, pode resultar em uma desidratação grave". Mas para
evitar problemas e curtir a estação mais quente e divertida
do ano, não precisa abrir mão da sua latinha. O consumo com
moderação e intercalado com água e sucos está liberado "A
melhor forma de lidar com a desidratação não é tratando
dela, mas prevenindo o seu aparecimento". Veja abaixo as
dicas dela para, literalmente, prevenir a dor de cabeça.
Dicas
1 - Lembre-se de beber água. Muitas pessoas simplesmente
passam grandes períodos sem tomar sequer um gole do líquido.
Isso deve ser evitado. O ideal é que se tome pelo menos um
copo de água a cada hora.
2 - Se for praticar atividade física, fique atento à
necessidade de tomar ainda mais água.
3 - Em dias quentes, a exposição ao calor faz com percamos
mais água que o normal, e por isso é importante também tomar
uma dose extra de água.
4 - Observe sua urina. Quando a urina adquire uma tonalidade
muito escura, é sinal que o organismo está economizando
água, provavelmente porque as reservas estão diminuindo.
Beba água até que a sua urina adquira uma tonalidade clara,
e procure manter sempre essa cor.
5 - Consuma alimentos ricos em água. A comida é também uma
fonte importante de líquidos, já que muitos alimentos
possuem água na sua composição. Frutas e verduras são boas
fontes. Além de ajudarem na hidratação, esses alimentos
costumam ser menos calóricos que os demais, colaborando para
manutenção do regime e da boa forma.
6- Se sentir sede, não hesite: corra e beba um copo de água.
A sede já é o sinal mais importante de que o organismo está
precisando muito da água. Não engane o seu corpo.
Fonte: Minha Vida
Bem Estar: 13 alimentos de
Natal que devem ser consumidos o ano todo

Eles são ricos em nutrientes que fazem um bem enorme
para a saúde
Basta pensar na ceia de final de ano para vir na cabeça a
imagem de uma mesa farta com várias comidas de natal: frutas
secas, nectarina, abacaxi, castanhas, nozes, uvas, lentilha,
romã, peru, chester e outras delícias. Porém, depois que o
período de festas acaba, muita gente nem cogita incluir
muitos destes alimentos no cardápio ao longo do ano.
Só que, além de saborosos, eles são supernutritivos. "Eles
são ricos em ferro, zinco, fibras e fazem bem à saúde.
Porém, preste atenção no teor calórico de algumas frutas
secas e oleoginosas para não turbinar demais a dieta",
explica a nutricionista chefe do Departamento de Medicina
Preventiva da Unifesp, Anita Sachs.
Nectarina
Mais doce e nutritiva que o pêssego, a fruta é especialmente
rica em beta-caroteno e potássio, e tem cerca de 50
calorias. "Também contém grandes quantidades de pectina, que
ajuda a controlar os níveis de colesterol no sangue",
explica a nutricionista Ana Flávia Pinheiro.
Abacaxi
Ele é bastante recomendado por sua quantidade de fibras, mas
a história de que ele queima gorduras por ser ácido é puro
mito. "Ele é saudável para o intestino, hidrata, mas não
queima nada", diz Anita Sachs.
Uva
Elas são ricas em polifenóis, antioxidante que ajuda a
combater os radicais livres que danificam as células, e a
reduzir os riscos de doenças cardiovasculares, AVC,
diabetes, demência e alguns tipos de câncer. "Elas tem
fibras e água, que ajudam na hidratação e no funcionamento
do intestino", explica Anita.
Romã
A fruta que alimenta simpatias e decora mesas tem
propriedades importantes para a nossa saúde. "A romã é rica
em vitamina A, que ajuda a manter a pele bonita, saudável e
favorece a visão. Também é rica em vitaminas do complexo B
(B1, B2, B3, B5, B6), que auxiliam a circulação, aumentam a
resistência às infecções, facilitam a eliminação de líquidos
e previnem o estresse", explica Ana Flávia.
Damasco
Ele possui alto valor nutritivo devido ao seu alto teor de
minerais e vitamina A. É importante para prevenir a anemia e
anomalias do crescimento, além de proteger o organismo de
doenças glandulares. "O damasco é bastante nutritivo, mas é
mais recomendado consumi-lo fresco. Cinco damascos secos têm
em média 90 calorias, 30 calorias a mais do que a fruta
fresca", explica Anita.
Uva passa
Fruta semi-ácida, tem funções cicatrizantes. Estimula também
a formação dos glóbulos vermelhos; ajuda no combate à
anemia, às doenças renais e à hipertensão. "O ponto forte
das passas são as fibras. Além de saborosas, elas caem muito
bem para quem tem problemas de intestino preso, por
exemplo", explica Anita.
Ameixa seca
Deliciosa e cheia de propriedades funcionais, as dicas de
receitas com a ameixa são muitas. Ela pode ser consumida in
natura, em doces, caldas, recheios e geleias. "As ameixas
secas são ricas em fibras e têm efeito laxativo. Fonte de
vitaminas A, B e C e minerais, sua ingestão é recomendada
para pessoas cardíacas ou com arteriosclerose (endurecimento
das artérias), sendo útil também no controle da anemia e da
bronquite", explica a nutricionista Ana Flávia Pinheiro.
Amêndoas
Fonte de vitaminas B1 e B12, auxilia no combate da anemia,
bronquite e problemas pulmonares; também contribui para
manutenção dos tecidos da pele. Castanhas: podem ser
utilizadas no arroz, como as amêndoas do arroz indiano, na
salada de folhas, no salpicão, na farofa e sobremesas. "Por
serem muito calóricas e saborosas, o perigo é serem
petiscadas em grande quantidade", explica Ana Flávia.
Castanha de caju
É fonte de vitamina B2, que auxilia no combate a
arteriosclerose (endurecimento das artérias), da osteoporose
(doença óssea), doenças cardíacas e doenças
gastrointestinais.
Castanha do Pará
É fonte de vitaminas B1, B2 e B6. É rica em vitamina E
atuando contra o colesterol LDL (colesterol ruim) e
triglicérides. Contribui para a manutenção dos tecidos e das
funções digestivas. "A castanha do Pará é rica em zinco,
selênio e outros antioxidantes, por isso é fundamental para
saúde, porém, ela deve ser consumida crua ou assada sem sal,
pois, tem muito sal e pode causar problemas para pessoas com
hipertensão, por exemplo", explica Anita.
Nozes
Além de serem ricas em magnésio e zinco, excelentes
antioxidantes que ajudam na prevenção de diversos tipos de
câncer e a fortalecer o sistema imunológico, que é o nosso
sistema de defesa, são também ricas em niacina e outras
vitaminas do complexo B, que ajudam a diminuir a vontade de
comer doce.
Contêm vitamina E, um potente antioxidante que auxilia na
prevenção de problemas cardíacos e ácido linoléico, que
favorece a redução dos níveis de colesterol. "As nozes se
destacam por sua versatilidade nutritiva. São ricas em uma
série de nutrientes que abastecem várias funções do nosso
organismo. Um de seus componentes principais é o ômega 3,
gordura boa encontrada em peixes de água fria, como o atum e
o salmão", explica Ana Flavia. "Cinco unidades ou 10 metades
por dia são mais do que suficientes", continua Ana Flávia.
Carnes brancas
Chester, peru, frango, bacalhau. Este quarteto super
requisitado nas ceias é também muito eficiente na luta
contra a balança, porém, deve-se tomar alguns cuidados com a
pele que os envolve e com o modo de preparo para eliminar um
pouco da gordura que fica nestas carnes.
"Elas são mais saudáveis que as carnes vermelhas, porém, têm
gordura, principalmente nas peles, por isso, o ideal é
fervê-las antes de assar para retirar o excesso de gordura,
além de retirar a pele", explica a nutricionista da Unifesp.
"Outra dica é ficar atento à quantidade de sal do bacalhau.
Embora muito saudável e nutritivo, o peixe pode ser muito
perigoso para hipertensos, por exemplo, por ter elevado teor
de sal", continua.
Lentilha
Você já pensou em substituir o feijão por lentilha para
variar um pouco o cardápio? Ideal para a dieta e para a
saúde, a lentilha é rica em proteína vegetal, ajudando na
formação e no fortalecimento da massa muscular e na
cicatrização de ferimentos.
"Ela é uma excelente fonte de proteína vegetal e pode ser
consumida o ano inteiro sem restrições. Além de variar o
cardápio, você faz um bem à sua saúde", finaliza Ana Flavia.
Dicas para resistir ao
estresse de fim de ano
Beber um chá quente pode ser uma alternativa para
aplacar a ansiedade de fim de ano

Foto: Getty Images
A proximidade das festas de fim de ano trazem muitas
alegrias, mas também um estresse sem tamanho. Para muitos,
ter que sair para comprar presentes, preparar ceia, planejar
festas e viagens é quase uma tortura que deixa a pessoa mais
cansada do que estava antes do período de festas.
Guloseimas como cookies, chocolates e tortas nos trazem um
alívio temporário, mas temos que lidar com o fato de que não
se pode atacar uma gostosura sempre que o estresse chegar ou
a silhueta e a saúde sairão prejudicados.
A revista norte-americana Self listou algumas dicas simples
para ajudar a lidar com a correria sem tanta dor de cabeça.
Vitamina C: pesquisas mostraram que a vitamina pode ajudar a
parar a secreção de hormônios estressantes. Ao invés de
optar por um bombom quando bater o estresse, opte por uma
laranja, morangos, mamão e pimentões vermelho e amarelo.
Chá quente: beber algo quente acalma. Experimente um chá de
hortelã ou de baunilha, já que estudos mostraram que estes
aromas ajudam a baixar a ansiedade, trazendo mais
concentração e alerta.
Carboidratos complexos: sempre atacamos os carboidratos
quando estamos estressados porque eles liberam serotonina,
um hormônio de bem-estar, que ajuda a acalmar. Experimente
os integrais, como aveia, pães de trigo e feijões ao invés
dos refinados.
Divirta-se: tentar se divertir e manter a dieta pode ser
extremamente estressante, por isso, dê um tempo para si. Não
conte calorias e não vá para as festas com muita fome para
não exagerar. Faça refeições balanceadas ao longo do dia e,
se possível, leve um lanchinho leve para a festa.
Fonte: Terra
Mude doze hábitos para
prevenir a azia

Entenda por que cigarro, álcool e jejum prolongado
pioram a queimação no estômago
Por Fernando Menezes
O prazer da refeição dura pouco para os 20 milhões de
brasileiros que, segundo a Organização Mundial da Saúde, são
obrigados a lidar com a queimação no estômago causada pela
azia. O número levantado já é alto, mas tende a ser ainda
maior, já que a maioria das pessoas que convive com o
problema dificilmente busca um especialista na tentativa de
resolvê-lo. "A maioria dos pacientes procura, por conta
própria, medicamentos ou soluções naturais para amenizar o
desconforto", afirma o gastroenterologista Luiz Eduardo
Rossi Campedelli, do Hospital Albert Einstein. "Os sintomas
acabam melhorando temporariamente, mas voltam a incomodar em
pouco tempo sem tratamento médico".
A azia é causada pelo refluxo de ácido gástrico (responsável
pela digestão dos alimentos): ele segue do estômago para o
esôfago, como se fosse retornar à boca. "Esse refluxo, por
sua vez, é causado pelo mau funcionamento de uma espécie de
válvula, chamada esfíncter: ela se abre para o alimento
passar do esôfago para o estômago e, em seguida, deve se
fechar para reter o que foi ingerido e também os sucos
gástricos que circulam por ali", explica o
gastroenterologista Ricardo Blanc, membro da Sociedade
Brasileira de Gastroenterologia
O tratamento do problema pode até incluir o uso de
medicamentos, mas os especialistas garantem que só isso não
funciona. O método mais eficiente contra a queimação no
estômago é a mudança de hábitos tanto em relação à sua dieta
quanto à forma como os alimentos são consumidos. "Mastigando
bem os alimentos, por exemplo, você facilita o trabalho do
estômago, que pode produzir menos ácido", afirma o
gastroenterologista do Einstein. Os cuidados são todos muito
simples, mas fazem uma tremenda diferença na sua digestão,
acompanhe todos eles para começar e encerrar suas refeições
com muito prazer.
Cardápio selecionado
Controlar o consumo de alguns alimentos ajuda a evitar
crises de azia. De acordo com gastroenterologista Luiz
Eduardo Rossi Campedelli, do Hospital Albert Einstein,
frituras e alimentos muito gordurosos devem ficar longe do
prato de quem sofre com azia. Frutas ácidas, condimentos,
embutidos e alguns tipos de verduras, como couve, couve
flor, brócolis, repolho, nabo, rabanete, pepino e tomate
também devem ser evitados, porque tem ph ácido.
Refeições na hora certa
Passar longos períodos em jejum aumenta as chances de azia.
Isso acontece porque, quando uma pessoa fica sem comer, o
ácido gástrico se acumula e pode refluir, irritando o final
do esôfago. "Comer a cada três horas mantém o sistema
digestivo em funcionamento, sem sobrecarga na produção de
ácido gástrico", explica o gastroenterologista Luiz
Campedelli.
Pratos que transbordam
Quem exagera no prato também corre maior risco de ter azia.
"Quanto maior o volume de alimentos ingeridos de uma vez,
maior será o risco que o suco gástrico atinja o esôfago, já
que estômago estará superlotado", explica Luiz Campedelli.
Exercícios após a refeição
Segundo o gastroenterologista Ricardo Blanc, muita
movimentação física aumenta as chances de refluxo. Até duas
horas após uma grande refeição, o estômago ainda acumula
ácidos gástricos em maior quantidade e os movimentos podem
fazer com que esses líquidos retornem em direção ao esôfago,
causando a queimação.
Leite gelado durante uma crise
Tomar um copo de leite gelado pode até piorar a queimação.
"O alívio que você sente ao tomar um copo de leite é
momentâneo. A bebida tem pH baixo (o que neutraliza a acidez
estomacal). No entanto, é rica em cálcio, mineral que
estimula a produção de ácido gástrico pelo estomago", alerta
Luiz Campedelli. Além disso, o leite, em sua versão
integral, é rico em gorduras, outro componente que aumenta
as chances de azia. O mesmo processo não acontece com o
leite de soja, que não possui grandes quantidades de cálcio
e é livre de gorduras. "Um copo de leite de soja gelado traz
alívio, assim como alguns goles de água gelada".
Café depois do almoço
Outro hábito bastante comum que deve ser evitados por
pessoas que sofrem com azia é tomar café após a refeição. "A
cafeína provoca um relaxamento demasiado no esfíncter,
causando o refluxo de ácido digestivo para o esôfago. Duas
xícaras diárias é o máximo recomendado para uma pessoa que
sofre com crises de azia", diz o gastroenterologista
Vladimir Schraibman, especialista do Minha Vida.
Tomar chá preto
De acordo com o gastroenterologista Vladimir Schraibman,
especialista do Minha Vida, assim como o café, o chá preto e
o chá mate provocam o relaxamento do esfíncter, facilitando
o refluxo e aumentando as chances de azia. Chás mais claros
ou o chá verde não causam o mesmo efeito, podendo ser
consumidos sem preocupação. O chá de camomila, por sua vez,
possui características calmantes que diminuem a irritação da
parede do esôfago atingida pelo refluxo gástrico.
Sono após comer
Deitar-se após as refeições deixa o corpo em uma posição que
facilita o refluxo dos ácidos digestivos que provocam a
azia. Caso você seja vítima do problema, o ideal é
permanecer sentado, pelo menos, meia hora após o término da
refeição e, só após este intervalo, dar um cochilo.
Riscos do álcool
Além de irritar naturalmente o sistema gástrico, o álcool
também estimula a produção de ácido pelo estômago e diminui
a capacidade de contração da válvula que impede o refluxo.
Por isso, evite esse tipo de bebida durante as refeições
como medida preventiva. Também não é recomendável beber com
o estômago vazio, prevenindo o acúmulo de ainda mais ácidos
digestivos.
Mais uma do cigarro
A azia é mais um incômodo que pode ser colocado na lista de
malefícios que o fumo traz ao corpo. "Além de causar
problemas sérios no pulmão, o cigarro também diminui a
proteção da mucosa do estômago, deixando o órgão mais
sensível à irritação causada pelo ácido gástrico", afirma
Ricardo Blanc. É por esse motivo também que o cigarro
aumenta as chances de úlcera no estômago.
Excesso de peso
Pessoas que sofrem com o sobrepeso ou com obesidade têm
maiores probabilidades de serem incomodadas com a azia, já
que a pressão sobre o estômago (causada pelo excesso de
peso) aumenta as chances dos ácidos gástricos sofrerem
refluxo em direção ao esôfago.
Líquidos durante a refeição
Bebidas gaseificadas aumentam a pressão dentro do estômago,
forçando os ácidos digestivos a seguirem em sentido inverso
(refluxo gástrico). Outras bebidas, em excesso, acabam
diluindo o ácido gástrico e obrigando o estômago a
produzi-lo em maior quantidade. "Ardência e queimação são
resultados possíveis quando há consumo exagerado de bebidas
junto às refeições", afirma o gastroenterologista Ricardo
Blanc.
Fonte: Minha Vida
Acorde 20 minutos mais cedo
e tenha um dia diferente

O tempo é curto; mas basta para evitar o estresse das
manhãs corridas
Acordar no susto, comer correndo, esquecer tudo e se arrumar
às pressas é uma coisa que já faz parte do seu dia-a-dia?
Então, que tal tentar mudar um pouquinho sua rotina matinal
e começar a se beneficiar de diversas maneiras? Com apenas
vinte minutinhos de folga você consegue uma manhã bem mais
tranqüila sem atrapalhar em nada o seu sono. São diversos
benefícios que deixam suas manhãs muito mais gostosas. Para
te ajudar a tomar coragem de adiantar o despertador o
MinhaVida separou alguns dos principais benefícios que esse
mudança pode te oferecer. Confira e ajuste o despertador.
Café-da-manhã completo: Tomar café em pé e correndo vai
ficar fora dos seus planos. Os vinte minutinhos vão garantir
uma refeição tranqüila e mais equilibrada. Aproveite para
deixar seu café mais completo, com frutas e pães variados.
Além de mais gostoso, seu dia vai ficar muito mais
divertido. A dieta também agradece e rende efeitos mais
rapidamente
Nada de estresse: Sair correndo, derrubando as coisas e
rezando para não chegar atrasada, como sempre, é algo normal
para você? Então está na hora de deixar todo esse estresse
de lado. Passe a levantar da cama mais cedo, você vai
começar o dia mais tranqüilamente e evitar muitas discussões
por bobagem.
Tomar um banho refrescante: Sabe aquele banho refrescante,
para dar o ânimo de começar bem o dia? Basta você pular da
cama vinte minutinhos antes que você consegue tempo para
aproveitar um desse todas as manhãs.
Trânsito nem pensar: São minutos que fazem o trânsito parar
e deixam os nervos a flor da pele logo cedo. Que tal sair da
cama mais cedo e evitar esse estresse? Ou quem sabe optar
por aquele caminho mais longo, mas sem trânsito?
Sem esquecer nada: Esquecer carteira, óculos e bolsa são
coisas costumeiras de quem sai de casa à pressas. Com tempo
sobrando, você consegue se lembrar de tudo que precisa para
sair de casa e garante menos estresse durante todo o dia
Visual em dia: Quantas vezes você já se olhou no espelho da
empresa e descobriu que sua saia não combina nadinha com a
sua blusa? A pressa de sair de casa é tanta que a primeira
roupa do armário vai para o corpo, gerando alguns
constrangimentos. Nem o cabelo você consegue arrumar do
jeito que queria não é mesmo? Aproveite esses vinte
minutinhos e garanta um visual sem erros.
Enrole na cama: Está com preguiça de sair da cama? Então não
levante. Mas aproveite os minutinhos a mais para se
espreguiçar e, quem sabe, até curtir um pouco seu marido.
Você vai levantar mais disposta e seu dia vai ficar bem mais
proveitoso.
Curta o filhote: você só encontra seu filho quando chega do
serviço? Que tal aproveitar a manhã para se divertir um
pouquinho com ele? Colocar o uniforme, tomar café da manhã
juntos, curtir uns momentos de brincadeiras e conferir a
mochila dele são algumas ideias para estreitar a convivência
entre vocês.
Fonte: Minha Vida
Conheça alimentos que ajudam
a ter uma boa noite de sono

Comidas gordurosas e ricas em cafeína devem ser evitadas
Ao longo do dia, nem sempre temos tempo de escolher
cautelosamente o que ingerimos. A correria cotidiana às
vezes exige que nos alimentemos com o que temos ao alcance,
e não com que o nosso corpo precisa. Mas, à medida que o dia
chega ao fim, vale a pena investir em cuidados para que o
que comemos e bebemos não somente não prejudique a qualidade
do sono, como contribua para que tenhamos uma noite de
descanso.
Segundo a nutricionista do Hospital de Clínicas da Unicamp
Salete Campos, existe nos alimentos uma substância que
favorece o trabalho do nosso corpo em restabelecer o
equilíbrio durante a noite: o triptofano. "Uma vez no
cérebro, ele aumenta a produção da serotonina, substância
conhecida como o hormônio do bom humor, que tem poder
sedativo e ajuda a induzir e melhorar o sono".
Essa substância pode ser encontrada em carnes magras,
peixes, leites e iogurtes desnatados, queijos brancos e
magros, nozes, banana e leguminosas. A serotonina ainda
regula o nosso relógio biológico.
A insulina também tem papel importante no padrão do sono.
Hipoglicemia, ou baixa quantidade de açúcar no sangue,
costuma ocorrer à noite porque é quando não nos alimentamos.
Quando o nível de glicose cai, a adrenalina é liberada como
uma fonte secundária. Como o hormônio é estimulante, pode
causar distúrbios do sono.
Por isso, é necessária a ingestão de carboidratos. "Eles
favorecem o aumento nos níveis de insulina, que auxiliam na
'limpeza' dos aminoácidos circulantes no sangue", explica
Salete.
Algumas fontes de carboidratos são pães, cereais, biscoitos,
massas, arroz, frutas, legumes, granola e polenta. A
nutricionista aproveita para advertir: "Uma alimentação
pobre em carboidratos, por vários dias, pode levar a
alterações de humor e depressão".
Vitamina B6 e magnésio são outros nutrientes essenciais para
que o organismo esteja em paz na hora de ir para a cama.
Segundo Salete, os dois também estão envolvidos na produção
da serotonina. A vitamina B6 está presente em frango, atum,
banana, cereais integrais, levedo de cerveja, arroz
integral, cará e semente de gergelim. O magnésio em
alimentos como tofu, soja, caju, tomate, salmão, espinafre,
aveia e arroz integral.
Além de saber o que fazer, é bom ter consciência do que é
preciso evitar. Se o objetivo é deitar e relaxar, não
exagere na quantidade de alimentos e na ingestão de comidas
gordurosas. Mas, de nada adianta refeições equilibradas e
ricas nos itens acima se antes dormir não houver cautela com
as bebidas consumidas.
Sono faz bem para o cérebro
Apnea triplica os riscos de derrame Para não correr o risco
de ter uma noite de sono agitado ou com pesadelos, a
orientação da especialista é não beber líquidos que são
fontes de xantina e cafeína, que estimulam o sistema nervoso
central. Entre eles: chocolate, café, chá preto ou mate,
guaraná, refrigerantes à base de coca e, claro, bebidas
alcoólicas. No caso de serem consumidos, é aconselhável que
seja quatro horas antes do sono.
Se, mesmo observando as orientações acima, você acaba
passando mais tempo tentando dormir do que dormindo de fato,
a nutricionista diz que o chá de camomila é uma boa
alternativa. "Uma florzinha de longa data, conhecida de
nossas tataravós que sempre foi usada para acalmar crises de
nervosismo. Ela tem efeitos relaxantes, ameniza a ansiedade
e reduz a depressão".
Fonte: Minha Vida
Prove 7 alimentos que
previnem câncer de mama

Eles são deliciosos e as pesquisas comprovam que agem no
combate à doença
Em teoria, todo mundo deveria seguir uma dieta balanceada
com muitas frutas, verduras, legumes e grãos formando um
prato bastante colorido. Na prática, entretanto, as coisas
funcionam de forma bem diferente e a maioria das pessoas só
percebe a importância dos bons hábitos alimentares quando
aparece alguma doença. Entre elas, o câncer de mama. Segundo
a nutricionista Débora La Regina, do Centro Paulista de
Oncologia (CPO), mudanças na alimentação acontecem logo após
a primeira consulta. "Isso acontece não porque as condições
de saúde exigem tratamento especial, mas porque, na maioria
das vezes, faltam nutrientes essenciais que ajudariam na
prevenção desse tipo de câncer", afirma. Se você acha que
anda com as refeições meio sem graça, veja as dicas das
especialistas para colocar mais cor no seu prato e reforçar
a saúde.
Frutas Vermelhas
"Frutas vermelhas, como framboesa e amora, contêm
fitonutrientes anticancerígenos chamados antocianinas que
retardam o crescimento de células pré-malígnas e evitam a
formação de novos vasos sanguíneos, que podem alimentar um
tumor", explica a nutricionista Daniela Cyrulin, da Nutri &
Consult. Esses alimentos também são ótimas fontes de
vitamina C, flavonóides e fibras, essências ao funcionamento
do organismo.
Cenoura
Uma pesquisa feita pela Harvard School of Public Health, nos
Estados Unidos, revelou que a cenoura é um alimento eficaz
na prevenção contra o câncer de mama. A descoberta surgiu
após o acompanhamento de 12 mil mulheres, 5.700 com câncer
de mama e 6.300 saudáveis, que serviram como grupo de
controle. Após terem sua dieta controlada, constatou-se que
consumir duas porções do vegetal todos os dias reduz o risco
de desenvolver a doença em até 17%. Segundo a nutricionista
Débora, isso acontece graças ao beta caroteno, que protege o
DNA contra a oxidação, evitando a formação de radicais
livres. De acordo com o estudo, entretanto, tal porcentagem
só pode ser atribuída a mulheres na pré-menopausa.
Uva
De acordo com Débora La Regina, estudos já mostraram que
flavonóides, presentes na uva, podem retardar o crescimento
de células malignas no organismo. A especialista alerta,
entretanto, para que os adoradores de vinho tinto não abusem
da bebida com a alegação de que ele faz bem para a saúde. O
excesso de álcool prejudica todo o metabolismo e pode ser
vir de gatilho a outras doenças, além de fragilizar a
imunidade.
Romã
Um estudo publicado na revista Cancer Prevention Research,
da Associação Americana para Pesquisa sobre Câncer, mostrou
que romãs podem ajudar na prevenção contra o câncer de mama.
Eles analisaram a interação dos compostos do fruto com a
enzima aromatase, responsável pela produção de estrogênio e
fundamental para o surgimento de células cancerígenas.
Concluíram, então, que o fruto inibe sua ação.
Brócolis
"Por meio do estímulo das enzimas do corpo, o sulforano,
presente nos brócolis, elimina substâncias que podem
originar células cancerígenas no corpo", aponta Daniela.
Outros vegetais que também produzem esse efeito são a
couve-flor e o repolho. Recomenda-se o consumo de meia
xícara de chá do alimento por dia.
Especiarias
Pesquisadores do Comprehensive Cancer Center, da
Universidade de Michigam, nos Estados Unidos, afirmam que
especiarias, como pimenta preta e curry, podem atuar na
diminuição do aparecimento de células cancerígenas sem
danificar as células saudáveis da mama. De acordo com
Daniela Cyrulin, o efeito se dá pelos polifenois,
antioxidantes que possuem ação antiinflamatória.
Soja
Soja e derivados, como leite de soja e tofu, contêm
nutrientes em sua composição chamados fitoestrogênio. Ele é
similar ao hormônio estrogênio natural, produzido pelo corpo
feminino a partir da adolescência e, por isso, ocorre uma
competição entre ambos dentro do nosso organismo. "Essa
disputa interfere em enzimas importantes para o
desenvolvimento de células cancerígenas", afirma a
nutricionista Débora.
Fonte: Minha Vida
Conheça os quatro problemas
mais comuns durante a amamentação
Mamilos rachados e sensibilidade alimentar podem ser
prevenidos
Para alguns bebês e mamães, a amamentação segue bem desde o
início e não há qualquer problema durante esse período. Mas
amamentar no peito pode ter seus altos e baixos,
especialmente no começo. Aqui vão algumas sugestões para que
a mãe saiba o que fazer no caso de:
Sensibilidade alimentar
Vez ou outra é comum sentirmos que determinado alimento não
nos caiu bem no estômago. Da mesma forma, dependendo da
comida que você ingerir, o bebê pode sentir algum tipo de
reação após receber o leite materno. Ele pode reagir
chorando, tornando-se inquieto, querendo mamar mais
frequentemente e na maioria das vezes ficando inconsolável.
É fácil confundir este problema com as cólicas do
recém-nascido, mas existe uma diferença: enquanto as cólicas
normalmente ocorrem diariamente durante os três primeiros
meses, as dores provenientes da sensibilidade alimentar
ocorrem somente depois que a mãe ingere o alimento
sensibilizante e a reação no bebê desaparece dentro de, no
máximo, 24 horas.
Alimentos que provocam gases, como repolho, cebola, alho,
brócolis, couve, couve-flor, feijão e nabo, podem causar
desconforto a alguns bebês.Alimentos que provocam gases,
como repolho, cebola, alho, brócolis, couve, couve-flor,
feijão e nabo, podem causar desconforto a alguns bebês.
Geralmente os sintomas somem em menos de um dia e não
ocorrem mais até que a mãe se alimente novamente com a mesma
comida.
Em alguns casos mais raros, os bebês podem desenvolver uma
grande alergia a leite de vaca ou outros laticínios que
façam parte da dieta alimentar da mãe e terão cólicas por
períodos de várias horas após receberem o leite materno.
Esse tipo de problema costuma causar, além das cólicas, um
grande desconforto gastrointestinal, fazendo com que o bebê
estique as perninhas em sinal de dor. Na dúvida, consulte o
pediatra.
Você pode testar quais alimentos causam reações no bebê
voltando a consumi-los aos poucos, um de cada vez, com
vários dias separando a ingestão entre eles. Só assim é
possível saber se o bebê é sensível ou não.
Mamilos rachados
Se o bebê não for bem posicionado no peito ou não souber
sugar corretamente quando começar a mamar, você pode acabar
tendo os mamilos rachados ou machucados.
A amamentação não deve causar dor ou desconforto para a
mãe.Mamilos rachados quase sempre resultam de um
posicionamento incorreto do bebê no peito da mãe e da pega
incorreta que faz com que o bebê morda ou traumatize o
mamilo materno. A amamentação não deve causar dor ou
desconforto para a mãe. Se o mamilo ou outras regiões do
peito estiverem muito doloridos, procure orientação de algum
grupo de apoio à amamentação.
Lave os seios somente com água, sem sabonete. Cremes e
loções também devem ser evitados, pois costumam agravar o
problema. Procure variar a posição do bebê na hora de
amamentar, limitando a duração das mamadas em cada peito
entre cinco e 10 minutos.
Ingurgitamento mamário
Como já mencionado, os seios podem ficar doloridos e "duros"
se o bebê não se alimentar bem e com frequência nos
primeiros dias após a descida do leite. É normal acontecer
um pouco de ingurgitamento quando se inicia a amamentação,
mas casos mais severos precisam de ajuda médica. O melhor
tratamento para casos comuns é a ordenha entre as mamadas e
a certeza de que o bebê mame em ambos os seios a cada
mamada. Banhos mornos também ajudam o leite a descer.
Mastite
Mastite é uma infecção no peito causada por uma bactéria.
Ela causa inchaço, calor e dor. Ele geralmente afeta um
peito ou parte dele, levando a mãe a um estado febril e
causando sensação de mal estar. Esses casos devem ser
tratados por um médico, que vai receitar algum antibiótico
para conter a infecção e que, ao mesmo tempo, possibilite a
continuação da amamentação.
Preparação, esterilização e estocagem das mamadeiras
A água a ser utilizada na preparação das mamadeiras
(fórmulas) deve ser filtrada e esterilizada (fervida).
Também todos os utensílios, como bicos, mamadeiras e
qualquer outro utilizado no processo de amamentação, devem
ser bem limpos e esterilizados.
Para esterilizá-los, coloque-os em uma panela com água
fervendo durante cinco a 10 minutos. Se você preparar as
mamadeiras com antecedência, deve mantê-las na geladeira
para evitar a proliferação de bactérias. As mamadeiras
mantidas na geladeira e que não forem utilizadas dentro de,
no máximo, 24 horas devem ser descartadas.
Na hora de dar a mamadeira
A hora de amamentar deve ser tranquila e agradável para a
mãe e o bebê. É uma excelente oportunidade para a troca de
afeto e para que ambos se conheçam. Se a mãe estiver calma e
alegre, seu filho provavelmente também ficará calmo. Se, ao
contrário, estiver nervosa e se sentir indiferente ao dar a
mamadeira, provavelmente presenciará reação de inquietação
no filho.
Não o amamente enquanto ele estiver "totalmente deitado",
pois isso aumenta o risco de sufocação.A mãe ficará mais
confortável em uma cadeira com braços ou com almofadas que
apoiem seus braços enquanto dá a mamadeira. Procure
carregá-lo em uma posição semierguido. Não o amamente
enquanto ele estiver "totalmente deitado", pois isso aumenta
o risco de sufocação. Esta posição também pode fazer com que
o leite chegue até o ouvido, provocando infecção.
Quantidades e horários das mamadas
O bebê recém-nascido costuma tomar de 60 a 90 ml de fórmula
por mamada e irá mamar em intervalos de três a quatro horas
nas primeiras semanas. Durante o primeiro mês, se o bebê
dormir mais do que quatro ou cinco horas direto e começar a
pular algumas mamadas, acorde-o e ofereça a mamadeira.
Depois do primeiro mês de vida, ele começará a tomar pelo
menos 120 ml por mamada com intervalos aproximados de quatro
horas entre uma mamada e outra. Aos seis meses, ele tomará
entre 180 e 240 ml por mamada de quatro a cinco vezes cada
24 horas.
Em média podemos dizer que o bebê mama cerca de 150 ml de
fórmula para cada quilo de peso por dia, mas ele irá regular
a quantidade necessária de acordo com a sua própria vontade.
Contudo, é essencial ter bom senso. A maioria dos bebês se
satisfaz com 90 a 120 ml de fórmula por mamada no primeiro
mês, aumentando a quantidade em 30 ml por mês até atingir
240 ml. Se o seu bebê demonstrar querer sempre mais ou menos
do que isso, converse com o pediatra. O bebê não deve
ingerir mais do que 960 ml de fórmula em 24 horas.
Aos dois meses (ou cerca de 5 kg), a maioria dos bebês não
necessita mais da mamada no meio da madrugada, porque já
mamam mais durante o dia e começam a ter um sono noturno
mais regular, mas isso pode variar de bebê para bebê. A
coisa mais importante a se ter em mente ao amamentar, não
importa se for no peito ou com a mamadeira, é que ele deve
ser muito especial.
Fonte: Minha Vida
Pílula do dia seguinte pode
trazer mais riscos do que benefícios

Foto: Divulgação
Método serve apenas como alternativa emergencial para não
prejudicar a saúde da mulher
A pílula do dia seguinte costuma ser usada por algumas
pessoas com muita frequência, interpretada como uma solução
prática para evitar a gravidez indesejada sempre que algum
imprevisto acontece. No entanto, esse recurso é indicado
apenas para casos de emergência e deve ser usado com
cuidado, já que pode trazer efeitos colaterais. A fim de
contribuir com a propagação de informações corretas sobre
esse tema, o Portal Minha listou as principais dúvidas sobre
o assunto. Veja as respostas a seguir:
Existem dois tipos de pílula, qual é o melhor?
O mercado disponibiliza dois tipos de pílula do dia
seguinte: uma cartela com apenas um comprimido de 1,5mg de
levonorgestrel e outra com dois comprimidos de 0,75mg da
substância."Como se trata de um método de emergência e não
de prevenção, a dosagem da pílula, independentemente do
tipo, é um turbilhão de hormônios", explica a ginecologista
Felisbela Holanda, da Unifesp.
Para a especialista, não existe diferença entre os dois
tipos de pílula do dia seguinte, até porque a dosagem é a
mesma. Ambas representam uma enorme carga de hormônios
ingerida de uma só vez, diferentemente das pílulas
anticoncepcionais convencionais - ingeridas diariamente -,
que possuem dosagem menor.
Qual é a maneira correta de tomar?
Felisbela explica que o procedimento é bem simples. "Para o
tipo que tem apenas uma pílula, basta tomá-la até 72 horas
depois do ato sexual. Para aquela que vêm em duas doses, a
primeira deve ser tomada logo após o coito e a segunda,
depois de 12 horas", explica.
Mesmo com esse intervalo grande de tempo - 72 horas - a
ginecologista Denise Coimbra recomenda: "A pílula do dia
seguinte pode ser tomada em até 12 horas do 'acidente' para
aumentar a eficácia do método".
Existe a possibilidade de engravidar, mesmo tomando a pílula
do dia seguinte?
Conforme a especialista, o risco de insucesso da pílula do
dia seguinte gira em torno de 5%. Isso se levarmos em conta
que ela seja tomada nas primeiras 24 horas após o ato
sexual. "É perfeitamente possível que a mulher engravide,
afinal, a pílula do dia seguinte não é um método
contraceptivo, mas de emergência. O corpo não está preparado
para ela", argumenta Felisbela.
A ação do levonorgestrel - um tipo de progesterona - pode
inibir ou retardar a ovulação. Ou seja, ele é capaz de
dificultar a passagem do óvulo ou do espermatozóide, além de
provocar alterações no endométrio, bloqueando a implantação
do óvulo. A médica alerta que, "se ingerida depois da
formação do feto, ela pode causar hemorragia e aborto,
fatores de altíssimo risco para a vida da mulher".
A ginecologista Denise Coimbra também conta que o feto pode
apresentar sequelas, mas as chances são pequenas. "Ao tomar
a pílula muito tempo depois da fecundação, não haverá
eficácia e só os exames do primeiro pré-natal podem acusar
algum problema com o feto. Na maioria das vezes, não há
complicações", explica.
Existem efeitos colaterais para o uso da pílula do dia
seguinte?
Mesmo se considerarmos o uso esporádico da pílula do dia
seguinte como um parâmetro normal, ainda é possível que ela
cause efeitos colaterais. "Pode causar dores de cabeça e no
corpo, náuseas, diarreia e vômito", explica Felisbela.
Na maioria das vezes, a pílula altera o fluxo normal da
mulher, desregulando a menstruação. "Dependendo do dia em
que foi tomada, a pílula pode provocar sangramento ou mesmo
retardar a menstruação", conta Denise Coimbra, que faz
questão de frisar que esse recurso deve ser feito apenas em
casos de emergência, por conta desses efeitos.
Se usar com certa frequência, pode engordar?
Para a ginecologista, isso varia de acordo com o organismo
de cada pessoa. No entanto, é possível que o uso frequente
possa interferir nas reações do corpo. "Sem dúvida, uma dose
imensa de hormônios como a da pílula do dia seguinte pode
engordar, mas só através de uma avaliação individual é que
será possível confirmar", explica Felisbela.
Consumir álcool e tabaco pode anular o efeito da pílula?
É uma combinação perigosa. Felisbela explica que o uso de
alguns tipos de drogas pode ser prejudicial se combinados
com o tratamento com a pílula do dia seguinte. Bebidas e
cigarros possuem substâncias que potencializam os níveis do
hormônio estrogênio no organismo e não devem ser ingeridos
com nenhum outro medicamento.
"A pílula com estrogênio é um vasoconstritor, que contrai os
vasos sanguíneos, e a nicotina do cigarro também. Em
associação, aumentam o risco de derrame (Acidente Vasculas
Cerebral) e trombose", esclarece Denise Coimbra.
Existem contra-indicações para o uso?
De acordo com Felisbela, o mais importante antes de se fazer
qualquer indicação ou contra-indicação é fazer uma avaliação
pessoal. No entanto, sabe-se que algumas condições podem
tornar o uso da pílula do dia seguinte perigoso.
"Em princípio, seu uso é contra-indicado para mulheres com
hipertensão descontrolada, problemas vasculares, doenças do
sangue e obesidade mórbida. Mas são contra-indicações
relativas, que aumentam o risco de insucesso ou outros
problemas e dependem de avaliação individual", explica a
médica.
Além disso, a ginecologista explica que não existe idade
mínima para tomar o medicamento. "A mulher já pode tomar a
partir do momento em que tem uma vida sexual ativa. Já a
idade máxima vai até o fim da vida fértil dela".
Mas Denise Coimbra lembra que é preciso sempre ter o
acompanhamento de um ginecologista. "A menina, quando tem a
primeira menstruação, deve sempre procurar orientação do
profissional para conhecer os métodos anticonceptivos. Nada
de confiar nas amigas", adverte.
Seu uso frequente pode causar infertilidade?
A especialista explica que sim. Afinal, o medicamento
provoca uma descarga hormonal muito intensa em curto prazo.
"Entretanto, em longo prazo, pode causar a gravidez ectopia
(gravidez nas trompas). Além disso, também prejudica o
funcionamento do aparelho reprodutor feminino e dificulta
futuras gestações", explica Felisbela.
Por isso, é prudente evitar o uso frequente. Denise conta
que, se a mulher ingerir a pílula com frequência e em um
curto período de tempo, o recurso pode não funcionar como
método de emergência. "O perigo é que, com o uso abusivo, a
pílula pode perder o seu propósito, ou seja, a mulher pode
engravidar, pois o medicamento quebra o ritmo hormonal",
alerta.
Fonte: Minha Vida
Alimentação na terceira
idade

Você sabia que a medida que se envelhece, as necessidades de
energia do corpo diminuem; ao mesmo tempo, cresce a demanda
por alguns nutrientes. Na verdade , um relatório recente
estima que quase metade dos problemas das pessoas com mais
de 65 anos estejam relacionados com a alimentação.
De um modo geral, os idosos são o grupo mais mal nutrido de
todos. Há muitas razões para isso: o apetite, o paladar, e o
olfato diminuem com a idade, tornando a comida menos
atraente, além de outras como dificuldades de mastigar ,
azia, prisão de ventre contribuem para nutrição deficiente.
ALIMENTAÇÃO RECOMENDÁVEL:
1.Cereais e pães integrais, arroz integral, milho e outros
grãos, feijões, ervilhas e lentilhas e outras leguminosas,
batatas, massas e outros alimentos ricos em amido.
2.Vegetais e frutas, verduras como brócolis, repolho, couve
e espinafre, vegetais amarelos como cenoura e abóbora,
frutas cítricas, tomates, bananas e outras frutas.
3.Carne de vaca magra, de carneiro, frango e outras aves,
peixes e frutos do mar, ovos, tofu e uma combinação de
cereais e leguminosas.
4.Leite desnatado, queijo, iogurte e outros derivados.
Prefira leite e iogurte com lactose reduzida se tiver
problemas digestivos com o leite comum.
OBS: Açúcar, sal e gorduras devem ser usados com moderação,
inclusive álcool, 01 drinque para mulheres e dois para
homens.
Para saber mais consulte o site:
http://www.emagrecasemdieta.kit.net/alimentacao_saudavel.html#idade

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